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NO IMPROVISO: Coletor de urina é utilizado como máscara de ar em paciente no Ana Adelaide

Essa situação será detalhada ao Ministério Público Estadual – MP/RO

Rondoniaovivo - João Paulo Prudêncio

01 de Julho de 2020 às 09:37

Atualizada em : 02 de Julho de 2020 às 10:01

Foto: Divulgação

A falta de insumos para os hospitais que atendem pacientes infeccionados pelo COVID-19 já é um problema real na capital de Rondônia, que vem fazendo com que profissionais de Saúde e comunidade improvisem ou até mesmo reutilizem alguns desses materiais.

 

É o caso de uma denuncia realizada pela vereadora Ada Dantas, que nesta última terça (30) foi até a policlínica Ana Adelaide e se deparou com uma cena no mínimo aterrorizante para a comunidade portovelhense, que vem sofrendo com a incerteza do mal que esse vírus ainda pode trazer para a cidade.

 

 

No local, ficou constatada a falta de máscaras de fluxo, que garante a respiração de pacientes em situação mais atenuada do vírus. A única máscara que tinha na policlínica estava sendo utilizada por uma paciente e foi adaptada com um coletor de urina para que funcionasse.

 

Mesmo sendo eficiente naquele momento, o coletor que em tese deveria servir para guardar urina de paciente e que foi colocado como extensão da máscara de fluxo ilustra um cenário desolador no atendimento básico de Saúde da capital.

 

 

Faltam medicamentos, insumos, testes, entre outros itens de importância vital nesse momento de pandemia. Porto Velho já recebeu mais de R$ 10 milhões em repasse de verbas para o combate ao Coronavírus.

 

Essa situação será detalhada ao Ministério Público Estadual – MP/RO para que as devidas medidas sejam tomadas.

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