Um avanço recente na genética está chamando atenção e levantando questionamentos sobre até onde a ciência pode chegar
Foto: Reprodução/ Instagram
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O que parece roteiro de cinema é, na verdade, resultado de pesquisas conduzidas por cientistas da Universidade de Mie, no Japão 🇯🇵. Utilizando a técnica CRISPR com alta precisão, os pesquisadores conseguiram remover o cromossomo extra associado à síndrome de Down em células humanas, em ambiente de laboratório.
Como o processo foi realizado
Identificação genética: Foi utilizada uma técnica de análise para diferenciar as três cópias do cromossomo 21, permitindo localizar com precisão a cópia excedente.
Intervenção direcionada: Em vez de um único corte, os cientistas aplicaram múltiplas intervenções simultâneas para eliminar o material genético adicional e dificultar sua recomposição.
Resposta celular: Após a remoção, as células passaram a apresentar comportamento mais próximo do padrão esperado, com sinais de melhora em eficiência energética e redução de estresse celular.
O que isso representa
Apesar de os testes ainda estarem restritos ao ambiente laboratorial, o estudo abre caminhos para futuras aplicações em terapias regenerativas, especialmente em tecidos complexos como cérebro e coração.
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