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FALSIFICAÇÃO: Polícia prende mulher por produção irregular de álcool em gel

Foram apreendidos 109 frascos do produto, além de dois galões de 50 litros

Correio Braziliense

04 de Abril de 2020 às 09:50

Foto: Divulgação

A produção ilegal de álcool em gel é uma das práticas criminosas recorrente neste período de pandemia do novo coronavírus. Forças de seguranças do Distrito Federal têm atuado para coibir esse tipo de crime.

 

Na última quinta-feira (2/4), agentes da Coordenação de Repressão aos Crimes Contra o Consumidor, a Propriedade Imaterial e a Fraudes (Corf), prenderam em flagrante uma mulher por fabricação irregular do produto em um estabelecimento comercial em Taguatinga. 

 

De acordo com a Polícia Civil, a mulher, de 41 anos, era proprietária da empresa e estava fabricando, de forma ilegal, álcool em gel sem registro dos órgãos competentes. Além da produção, foi constatado um depósito para a venda do produto. Ao todo, foram apreendidos 109 frascos, além de dois galões de 50 litros. 

 

A mulher vai responder por crime contra a saúde pública. A infração é considerada hedionda e a pena é de 10 a 15 anos de reclusão. Os produtos foram encaminhados ao Instituto de Criminalística da PCDF. 

 

Na quarta-feira (2/4), agentes da 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul) deflagraram a segunda fase da operação Mau Negócio. Durante a ação, dois ambulantes foram presos por comercializar álcool em gel e máscaras de proteção de forma ilegal.

 

A dupla vendia os produtos na Rua das Farmácias, na 302 Sul. Foram apreendidas 120 máscaras brancas descartáveis, 32 frascos de álcool em gel, R$ 1.176 em espécie e duas máquinas de cartão de crédito.

 

A operação tem como objetivo coibir a venda de produtos de proteção ao novo coronavírus com origem duvidosa. Durante as duas fases, foram confiscados 620 frascos de álcool em gel de origem clandestina. 

 

 

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