Rodrigo Alves Pereira, o principal suspeito, foi indiciado por latrocínio e pode ainda responder por estupro e ocultação de cadáver
Foto: Divulgação
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Aestudante Mariana Forti Bazza, de 19 anos, foi morta asfixiada por estrangulamento, de acordo com laudo do Instituto Médico Legal (IML). O corpo da jovem foi encontrado em uma estrada de Itápolis (SP). Ela desapareceu após receber “ajuda” de Rodrigo Alves Pereira, 33, para trocar o pneu do carro em Bariri (SP), onde morava. As informações são do UOL.
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O laudo aponta que o suspeito usou um pano para sufocar Mariana até a morte. De acordo com a polícia, a jovem estava com o material enrolado no pescoço quando foi encontrada, no último dia 25. O documento está anexado em inquérito remetido ao Ministério Público (MP), que indiciou Rodrigo pela morte da estudante.
“Ele [Rodrigo] utilizou de uma força muito grande para estrangular a vítima até a morte”, explicou o investigador-chefe da delegacia de Bariri, José Dadalto. Inicialmente, Rodrigo admitiu o crime, mas depois negou a autoria e disse ter sido coagido por policiais a confessar.
O inquérito da Polícia Civil indicia o homem por latrocínio, ou seja, roubo seguido de morte. Ele pode responder ainda por estupro, caso novo laudo aponte que a jovem sofreu abuso sexual, e ocultação de cadáver. Preso na noite do dia 24, Rodrigo permaneceu boa parte do tempo calado, mas confessou com precisão o local onde estava o corpo de Mariana.
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