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FATAL: Aspirante a oficial do Exército morre durante treinamento

Militar sentiu-se mal quando fazia exercícios e morreu ao ser atendido pela equipe médica no campo do 32º Grupo de Artilharia de Campanha

metrópoles

29 de Março de 2019 às 09:20

Foto: Divulgação

O aspirante a oficial Altair Randal Ponciano morreu durante atividade de campo do Exército, na última quarta-feira (27/3). A morte foi confirmada pelo Exército Brasileiro. O militar sentiu-se mal durante um exercício no 32º Grupo de Artilharia de Campanha, no Setor Militar Urbano (SMU).

 

Ponciano foi aprovado em processo seletivo para oficial técnico temporário, realizado no ano passado, e admitido para a área de engenharia civil. Em dezembro, passou pelo exame de aptidão física, sendo considerado apto.

 

Em nota, o Exército, foi “prontamente atendido e evacuado pela equipe médica de plantão no local, habilitada em atendimento médico pré-hospitalar”. Ponciano morreu durante o atendimento médico.

 

O Comando afirma que instaurou um inquérito policial militar para esclarecer os fatos. Segundo nota, o aspirante a oficial participava de instrução, etapa do estágio de serviço técnico. De acordo com informações disponíveis no site do Exército Brasileiro, esse estágio é destinado a todos os integrantes de categorias profissionais de nível superior de áreas de interesse do Exército.

 

O estágio é composto de duas fases, a primeira, da qual participava Ponciano, é denominada instrução técnico-militar, com duração de 45 dias, e realizada, obrigatoriamente, para adaptar o convocado às normas e aos procedimentos da vida militar. A segunda fase é destinada à aplicação de conhecimentos técnico-profissionais, realizada nas organizações militares para as quais foram convocados.

 

Agressão


No último dia 17, o Metrópoles contou a história de soldados que denunciaram terem vivido uma rotina de humilhações e castigos físicos nas dependências do Batalhão da Guarda Presidencial (BGP). As sessões de espancamento, segundo eles, eram praticadas por motivos fúteis.

 

Eles conseguiram filmar os abusos em fevereiro passado e acabaram deixando a Força após anos de serviços prestados.

Direito ao esquecimento

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