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DIREITO DO CONSUMIDOR – Advogado apresenta dicas de compras pela internet

Segundo Luiz Flaviano Volnistem, aumento de compras online aqueceu as vendas online e aumentou os desafios das empresas que operam no comércio eletrônico

ASSESSORIA

06 de Janeiro de 2021 às 15:09

Foto: Divulgação

Comprar pela internet tornou- se um ato cada vez mais comum em 2020 devido ao distanciamento social imposto pela pandemia da covid – 19.
 
Diante do crescimento exponencial do comércio eletrônico, o consumidor deve ficar atento a detalhes que podem garantir uma compra segura, inclusive para quem precisar fazer troca de mercadorias.
 
 Segundo o advogado Luiz Flaviano Volnistem que atua em Porto Velho no Escritório Volnistem Advocacia, o crescimento do mercado digital trouxe mais desafios para quem compra e para quem vende.
 
Ele ressalta, por exemplo, o aumento do número de clientes insatisfeito com o prazo de entrega dos seus pedidos. Conforme observou, desde o início da pandemia, o número de consumidores que reclamaram de atraso nas entregas pulou de 73 mil para quase 190 mil por mês. “É importante saber, onde está comprando”, aconselha o jurista.
 
Na sua avaliação, antes de finalizar a compra, o cliente deve observar se todos os dados da empresa, como CNPJ, contato e endereço físico estão visíveis. “Tais informações garantem que assim como as empresas físicas, o empreendimento digital esteja  cumprindo com o seu dever”.
 
Outra observação é no que tange os termos e condições do site que devem estar visíveis, para garantir o conhecimento de todo o procedimento da loja na qual está sendo realizada a compra. Assim como os dados do estabelecimento escolhido, é necessário também verificar informações dos produtos.
 
Para ter maior segurança, as compras online precisam de profissionais qualificados na área de tecnologia da informação. Eles têm entre outras atribuições garantir sites e aplicativos eficientes, principalmente na logística de entrega. O Brasil, entretanto, vem registrando a falta de quem atua nessa área, desafio que ficou mais evidente com a crise do novo coronavírus, quando as vendas bombaram no universo digital.
 
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