Enquanto autoridades batem boca, pandemia ganha força

Enquanto autoridades perdem um tempo precioso com discussões inúteis, que vão do nada a nenhum lugar, a covid-19 segue fazendo vítimas. Uma coisa, porém, precisa ficar muito clara:1) - a vacina contra o vírus não tem partido; 2) -o dinheiro destinado à compra de imunizantes não saiu da conta bancária desse ou daquele político, mas, sim, do bolso do povo, oriundo do pagamento de impostos, taxas e contribuições, portanto, não adianta querer bancar o pai da criança para tentar fazer média com o eleitor porque isso não cola; e, 3) – a aquisição de vacinas não constitui nenhum gesto de benevolência para com o povo, mas uma obrigação do gestor público.
 
Além disso, à população não interessa saber quem vacinou mais ou quem vacinou menos. Ela quer é ser imunizada, se não todos, mas, pelo menos, a sua maioria. Então, já passou da hora de políticos e autoridades públicas abandonarem o discurso de miudezas e deixarem de lado, pelo menos por enquanto, as próximas eleições para se concentrarem naquilo que realmente interessa, ou seja, a saúde do povo.
 
É preciso derrotar um inimigo que já vitimou mais de meio milhão de brasileiros. O resto é conversa mole para tentar confundir a cabeça de desavisados, como se a sociedade fosse constituída apenas de energúmenos.
 
No começo, a briga era para saber quem compraria mais vacinas. Tantos seriam os imunizantes adquiridos que faltariam braços para serem picados, mas eles simplesmente não chegaram.
 
Nem poderia, já que tudo não passou de um tremendo engodo. Depois, brigou-se pela seleção dos grupos prioritários. Agora, o alvo da discórdia é o estoque de vacinas. Brigas, disputas e discussão, enquanto o povo paga o preço com a própria. Pelo amor de Deus!
Direito ao esquecimento

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Por Editoria

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