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Começou a corrida para o Executivo e Legislativo - Por Valdemir Caldas

Por Valdemir Caldas

Por Valdemir Caldas

24 de Agosto de 2020 às 16:36

À medida que se aproxima o fim do prazo para a realização das convenções partidárias, intensifica-se a mobilização de políticos e lideranças partidárias na corrida tanto para a prefeitura de Porto Velho assim como para a Câmara Municipal. Por enquanto, dezessete pré-candidaturas já estariam confirmadas ao palácio Tancredo Neves, mas é provável que, até a data limite, ou seja, 16 de setembro, esse número sofra alterações, para mais ou para menos.

No caso da Câmara, a disputa será acirradíssima. Acredita-se que mais setecentos candidatos brigarão por uma das vinte e uma cadeiras no poder legislativo. As negociações vêm ocorrendo em ritmo acelerado. Mesmo assim, ainda há aqueles que falam de seus nomes com extrema cautela, a fim de não suscetibilizar aliados e nem obstruir futuras composições.

Os poderes Executivo Legislativo serão julgados. Isso significa que o eleitor terá dupla responsabilidade. O momento é de reflexão, de cautela.  O eleitor precisa pensar, seriamente, os números dos postulantes que vai digitá-los na urna eletrônica, para não correr o risco de escolher lobos travestidos de cordeiros, que só querem chegar ao poder para engordar suas contas bancárias e de seus apaniguados com recursos públicos, encher as repartições com cabos eleitores, em detrimento dos sangrados interesses da população.

Antes de votar, porém, é aconselhável que o eleitor analise, com cuidado, se escolheu corretamente na eleição passada. Se o escolhido realizou algum trabalho, algum projeto em proveito da coletividade, e que serviços ele prestou ao município. Tem gente que não foi além de discursos bombásticos. Mesmo assim, quer permanecer. Tem gente que por lá passou, nada produziu, mas quer voltar. Mas também tem gente cuja atuação merece aplausos.

Não se deixe enganar, eleitor, tem muito mentiroso querendo chegar ao poder, não com o intuito de contribuir com alguma coisa, mas por pura vaidade, ganância. Mas é verdade que, no meio do joio, há muito trigo, pessoas honestas, competentes e bem-intencionadas, dispostas a colocar o mandato conquistado nas urnas a serviço do bem-estar social, e não usá-lo como instrumento de barganha, do “é dando que se recebe”. Olho vivo, eleitor!   

Direito ao esquecimento

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