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Nove dos vinte e um vereadores de Porto Velho vão disputar as eleições de 2018

COLUNA

14 de Novembro de 2017 às 17:48

Foto: Divulgação

Ellis Regina tem-se notabilizado pela luta em defesa dos servidores municipais. Não é à toa que ela ganhou do vereador Jair Montes o apelido de “a mãe dos servidores”. Entretanto, antes mesmo de eleger-se vereadora, em 2008, Ellis já atuava no movimento sindical.

Em 2014, ela concorreu à Assembleia Legislativa pela primeira vez. Teve quase sete mil e quinhentos votos. Aliada do então prefeito de Porto Velho, Mauro Nazif, Ellis acreditou que ele a ajudaria na disputa para a ALE/RO, mas Nazif preferiu apostar suas fichas no candidato do PSB, Cleiton Roque (cuja base eleitoral é Pimenta Bueno), que se elegeu com sete mil, setecentos e dezessete votos. Agora, pela segunda vez, Ellis se prepara para buscar junto à categoria os votos de precisa para ocupar uma cadeira no parlamento estadual.

Eleito pelo PTB com dois mil, novecentos e noventa votos, Marcelo Cruz tem raízes no segmento evangélico, mas, na hora de brigar pelo bem-estar da população, não faz distinção entre sexo, classe social, cor ou religião. Para ele, o interesse público está acima de questões pessoais ou partidárias.  Na Câmara, Marcelo vem atuando em várias frentes (saúde, educação, meio ambiente, saneamento básico, transporte coletivo), mas seu forte, mesmo, são as ações sociais. Em 18 de junho deste ano, a Caravana da Cidadania, levou serviços sociais gratuitos para mais de cinco mil pessoas dos mais diferentes bairros de Porto Velho, comemorando, assim, o “Dia do Evangélico”.

Fé, trabalho e dedicação formam o tripé para se alcançar o sucesso, disse Marcelo. Tudo tem seu preço. Nada é obra do acaso. Incompreensões há, mas ele garante que as têm superado com trabalho em proveito da população, especialmente dos segmentos mais carentes e respeitando aqueles que pensam diferente dele.

À semelhança da maioria dos brasileiros, Marcelo se diz chocado e triste com os escândalos de corrupção, mas reconhece que a responsabilidade para mudar esse quadro medonho está nas mãos dos eleitores, por meio do voto seletivo e consciente; por isso já decidiu que, em 2018, vai colocar seu nome à apreciação do povo rondoniense na disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa.

Há dez meses e onze dias na presidência da Câmara Municipal de Porto Velho, Maurício Carvalho já disse a que veio, surpreendendo aqueles que apostavam no seu fracasso. Os servidores da Câmara não têm do que reclamar do jovem presidente. Nesse período, o tucano já atualizou progressões e pagou os atrasados; implantou o Programa de Aposentadoria Incentivada, que alcançou vinte e cinco servidores, que receberam o pagamento de licenças prêmios em pecúnia, décimos terceiros salários e férias proporcionais, somando quase um milhão e meio de reais em benefícios e, de quebra, ainda mandou colocar no contracheque de setembro a recomposição salarial do ano passado. Agora, ele dedica-se à realização do concurso público, a partir do próximo ano, uma recomendação do Ministério Público de Rondônia, visando reduzir o excesso de cargos comissionados. Paralelo a isso, Mauricio estuda a possibilidade de implantar o Sistema de Apoio ao Processo Legislativo (SAPL), do Programa Interlegis, informatizando todo o processo interno da Câmara, incluindo sessões, tramitação de propostas, comissões, mesa diretora, entre outras funcionalidades, modernizando, assim, as ações do Poder Legislativo, tornando-as mais transparentes e céleres, como exige a sociedade...

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