A MÍDIA ELETRÔNICA EM RO (III) - Lúcio Albuquerque, repórter

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A MÍDIA ELETRÔNICA EM RO (III) - Lúcio Albuquerque, repórter


A CAIARI: O RÁDIO VIA CORREIOS



Em 1961, quando entrou no ar, a Rádio Caiari legalmente não poderia funcionar: era necessária uma licença a ser concedida pelos Correios, mas o padre Vitor Hugo conseguiu do diretor local da empresa uma autorização e passou a transmitir via Correios, o primeiro programa de alto cunho social, o “Avisos para o Interior”.

 


Ainda na fase de implantação coube ao adolescente, depois jornalista Zé Catraca e um dos que a “Caiari” trouxe da “Rádio Educadora”, deixar de lado a parte técnica e lançar o primeiro programa com participação “ao vivo” do ouvinte, o “Telefone para o 272 e peça a música”, época em que todas as linhas telefônicas de Porto Velho passavam pelo PABX da primeira empresa telefônica do Território, a Centel.

Dom João entre o prefeito Rafael Castiel e o jornalista Petronio Bacelos, inaugurando a Rádio Caiari


“Para que eu ouvisse o pedido do ouvinte ela tinha de passar a ligação, mas muitas vezes as pessoas reclamavam que nem podiam falar comigo. Depois eu verifiquei que quando a telefonista da Centel não gostava do ouvinte, ela dizia que o número da rádio estava sempre ocupado”, contava Zé Catraca.

 


O programa da rádio tinha outro muito apreciado, liderado pelo jornalista Elvestre Jhonson, o “Tábua de Balanço”, além do “Bico do Arara” e a crônica, depois da Voz do Brasil, apresentada por Vitor Hugo.

Elvestre Jhonson um dos pioneiros da Rádio Caiari


Emissora diretamente ligada e administrada pela Igreja Católica, desde cedo o funcionamento esteve irmanado às atividades dessa religião, o que permitiu também uma aproximação maior de seus religiosos através dos programas  da emissora.

 


AVISOS PARA O INTERIOR

 


Um marco, de alta relevância social pelo seu alcance, foi o programa “Avisos para o Interior”, todos os dias às 19h30, direcionado para o morador do interior, mostrando que a tecnologia também podia ser usada para vários radiouvintes na capital e nas cidades do interior.

 


Era também através do “Avisos” que a prefeitura e o governo do Território se comunicavam, e o método era simples: o interessado, morador de Porto Velho ou só de passagem era só chegar na portaria da “Caiari” e deixar sua mensagem. À noite era mandada, sempre com a e recomendação: “Se você ouviu essa mensagem e conhece o interessado, favor fazer chegar a ele.

Atual sede da Rádio Caiari, agora também em FM

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