Em 1960, o diretor John Sturges produziu e dirigiu "Sete homens e um destino", divertido faroeste baseado no longa metragem japonês "Os Sete Samurais", de Akira Kurosawa.
A versão norte-americana tem como protagonistas Yul Bryner, o pistoleiro Chris, sempre de preto e líder do grupo e Steve McQueen, como Vin, tão rápido no gatilho quanto o "amigo". Conta-se que o segundo detestava o primeiro e fez de tudo para brilhar mais em cena.
Mas, o personagem de Bryner é tão icônico, que o ator meio que retorna ao papel na ficção científica "Westword, onde ninguém tem alma", como um dos robôs de um parque temático do Velho Oeste adquire vontade própria e passa a matar os visitantes. Essa produção, décadas depois seria a base para uma série televisiva homônima, que teve quatro temporadas.
"Sete homens e um destino" tem ainda no elenco nomes como Charles Bronson, James Coburn, Brad Dexter, Robert Vaugh, Eli Wallach, dentre outros. O filne tornou-se um dos faroestes mais amados dos anos 1960, com direito a três continuações e uma adaptação para a televisão no fim dos anos 1990.
Em 2016, o longa ganhou uma refilmagem estrelada por Denzel Washington acompanhado por um elenco bem diversificado. Do galã metido a engraçado Chris Pratt, ao mexicano Manuel Garcia-Rulfo, o coreano Byung-hun Lee e ainda Martin Sensmeier, um índio da tribo tlingit. Não poderia deixar de citar as participações dos ótimos Vincent D'Onofrio e Ethan Hawke, que também integram o grupo de hábeis pistoleiros.
A premissa da refilmagem é a mesma do filme original (nem tão original). Sete homens rápidos no gatilho são contratados por um grupo de pessoas que vivem em constante ataque. Mas o desenvolvimento é bem diferente. Desta vez há o ingrediente a mais na trama, que ficamos sabendo completamente apenas no confronto final.