BOLETIM CORONAVÍRUS - CLIQUE AQUI E FIQUE ATUALIZADO

Rondon e o exemplo pro nosso ensino superior

COLUNA

11 de Fevereiro de 2020 às 08:56

Foto:

Como maior desbravador do Século XX, vimos que o Marechal Rondon encontra-se perenizado no rol dos nossos verdadeiros e eternos heróis; e como se não bastasse, ainda norteia um dos maiores e melhores projetos direcionados aos nossos jovens universitários: o Projeto Rondon.

 

Surgido em 1967, no nosso atual Estado de Rondônia, professores e alunos de instituições de ensino superior (IES), carinhosamente conhecidos como Rondonistas, têm a ímpar oportunidade de levar, a comunidades carentes dos nossos mais diversos rincões, trabalhos sociais que semeiam a melhoria naquelas rotinas, promovem o desenvolvimento sustentável e fazem aflorar as mais significativas noções de cidadania em todos os participantes.

 

Mesmo com intervalo de ações entre 1989 e 2005, essa iniciativa interministerial, com a atuação efetiva de estados e municípios, já envolveu milhares de IES e dezenas de milhares de Rondonistas; estes levam, pro resto de suas vidas, experiências mais marcantes do que tudo aquilo que deixam com aquelas populações mais desassistidas.

 

E por que então se deve enaltecer esse ainda desconhecido Projeto Rondon no seio da sociedade brasileira? Vivemos num sem número de IES, muitas delas com qualidade até questionável. Muitos dos nossos recém formandos, repletos de conhecimentos teóricos, sequer imaginam a grandeza que é o nosso Brasil. Diferenças entre as comunidades amazônicas, sertanejas, pantaneiras e gaúchas exigem adaptações acadêmicas que, somente pisando no terreno, os nossos futuros mestres e doutores terão que encarar com o espírito desbravador do velho Marechal.

 

Assim, por isso e muito mais, temos o direito (e o dever, já que um não caminha sem o outro) de divulgar e incentivar iniciativas como o Projeto Rondon, já que somente seremos grandes e respeitados quando, vencidas as barreiras da ignorância e da intolerância deixadas por mais de 20 anos, enxergarmos os nossos jovens de bem como os verdadeiros “Rondons” dos séculos vindouros.

 

“Morrer se preciso for, matar nunca.”

Direito ao esquecimento

MAIS NOTÍCIAS