TRABALHO: Reforma administrativa na Assembleia resulta em economia de R$ 8 milhões por ano

Dos 656 servidores que ocupam funções de confiança, ficarão 345, o que resultará em uma economia de R$ 8 milhões por ano. Além disso, 90% dos que ficarem terão o salário reduzido.

Rondoniaovivo

19 de Fevereiro de 2020 às 14:27

Foto: Divulgação

Mais de 300 cargos comissionados foram extintos na Assembleia Legislativa com a reforma administrativa aprovada na última terça-feira (18). Dos 656 servidores que ocupam funções de confiança, ficarão 345, o que resultará em uma economia de R$ 8 milhões por ano. Além disso, 90% dos que ficarem terão o salário reduzido.


Atualmente um servidor comissionado ganha em média metade do salário de um funcionário efetivo. Troca de comissionado por efetivo gera mais despesa, mas o presidente da Assembleia, Laerte Gomes (PSDB), explicou que é preciso chamar todos os aprovados no concurso público realizado em 2019.


Esse foi o primeiro concurso feito pelo Poder Legislativo. Os servidores efetivos existentes não passaram por nenhum processo seletivo, mas foram empossados por força de lei.


A reforma administrativa foi aprovada pelos deputados por 23 votos a zero. Pelo que consta nela, o menor vencimento de servidores comissionados, de R$ 1.012,00, foi mantido. O maior, de R$ 7.040,00, foi reduzido para R$ 3.520,00. 


Foi decidido, ainda, que haverá a paridade de 50% de servidores efetivos e 50% de comissionados em todas as áreas administrativas. Dessa forma, apesar de aumentar a despesa, serão chamados de imediato mais 40 aprovados no concurso público. Posteriormente serão chamados os 38 restantes. Ao todo foram aprovados 110 candidatos.


Na Presidência da Assembleia foram extintas 25 ATTs, como são nominados os cargos comissionados. A maior parte das gratificações que permaneceram também tiveram o valor reduzido.

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