GRATIFICAÇÃO: Cirone agradece militarização de escola e cobra valorização de profissionais da educação

A educação é o pilar do desenvolvimento e a esperança de um futuro melhor

ASSESSORIA

19 de Fevereiro de 2020 às 09:02

Atualizada em : de de às

Foto: ASSESSORIA

Na tarde desta terça-feira (18), durante a sessão após abertura do ano legislativo, na Assembleia, o deputado estadual Cirone Deiró (Podemos) usou a tribuna para desejar um ano produtivo e em defesa do povo de Rondônia. Disse que, a Casa de Leis tem atuado de forma firme e discutido as ações do Estado, e votado com muita responsabilidade cada matéria.

 

Fez um agradecimento especial ao governador, Marcos Rocha (PSL), por ter atendido o pedido do parlamentar, beneficiando o município de Cacoal e mais cinco municípios, com a militarização da Escola Estadual Aurélio, no bairro Teixeirão na cidade.

 

Pontuou que muitos da sociedade ainda têm restrições quanto ao funcionamento da escolar Militar, “mas afirmou que, o ensino que já vai bem, ficará ainda melhor, apenas será aplicada a disciplina. E onde já foi militarizado, os resultados são positivos”.

 

Agradeceu ainda a Secretaria de Educação (Seduc) pela liberação de recursos do Programa de Ajuda Financeira (Proaf), às escolas públicas de Cacoal. “A educação é o pilar do desenvolvimento e a esperança de um futuro melhor”, frisou.

 

 

Cobrança 

 

O parlamentar aproveitou para cobrar da Seduc sobre a gratificação de R$ 900 que deveriam ser somados aos proventos de profissionais da educação que atuam no projeto Guaporé, a exemplo do que já acontece no projeto Novo Tempo. “Foi prometida essa igualdade de tratamento, porém, até o momento não foi feita essa correção. Queremos pedir ao corpo técnico da Seduc para trazer à tona essa situação, valorizando os profissionais”, frisou.

 

Além disso, Deiró falou sobre o trabalho desenvolvido pelos profissionais de apoio e merendeiras nessas escolas, e que são profissionais pouco valorizados. “Peço uma análise criteriosa, pois tem servidor, nesta área, que só alcança um salário mínimo com a composição de salário, e isso não pode acontecer”, finalizou.

Direito ao esquecimento

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