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CADE VOCÊ?: Hildon Chaves está há uma semana na Coreia sem vídeo ou divulgação

A viagem se deu por motivos educacionais, culturais e para firmar uma carta de parceria comercial

DA REDAÇÃO - João Paulo Prudêncio

12 de Novembro de 2019 às 17:58

Foto: Divulgação

Nesta terça-feira (6) completou uma semana que o prefeito de Porto Velho Hildon Chaves (PSDB) seguiu em diligência oficial rumo ao continente asiático, mais especificamente a cidade de Seul, na Coreia do Sul.

 

De acordo com o registro oficial da prefeitura da capital rondoniense, a viagem se deu por motivos educacionais, culturais e para firmar uma carta de parceria comercial com a junta lojista do distrito de Namyangju.

 

Na semana em que Chaves partiu para a terra do “K-pop”, índios da etnia kaxarari e a comunidade do distrito de União Bandeirantes acamparam na Câmara Municipal para cobrar uma ação do executivo para problemas de infraestrutura e a garantia dos estudantes de terem acesso à sala de aula.

 

Na mesma semana em que Chaves entrou no avião o contrato vigente da empresa que prestava o serviço de transporte escolar rural em Porto Velho encerrou e o serviço ficou 100% paralisado.

 

Viagem fantasma

 

Até aí tudo bem, porém a maior incógnita está no por que há mais de uma semana em um dos países detentores dos principais meios tecnológicos e redes de internet em todo o planeta, o prefeito não publicou qualquer fotografia ou material público para mostrar a sociedade portovelhense o que ele anda fazendo na Coreia.

 

No site oficial da prefeitura da capital rondoniense não foi publicado qualquer material relacionado à visita do prefeito na Coreia do Sul, em seu Facebook, bastante movimento em dias normais, a última publicação de Chaves foi no dia 05 de novembro.

 

Com uma viagem que já dura há mais de uma semana, paga com dinheiro do contribuinte e com direito a diárias, a publicidade dessa viagem se torna algo mais que necessária, mas até o momento nada foi divulgada, apontando duas perspectivas, incompetência de sua assessoria de comunicação ou falta de interesse em prestar contas ao cidadão.

Direito ao esquecimento

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