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TRE realiza encontro em Vilhena e fala sobre gastos com as eleições

Segundo Chagas, o país tem a melhor eleição do mundo, quando o quesito é apuração de votos, agilidade na divulgação e transparência, porém, peca e muito quando se trata de consciência política.

Da Redação

28 de Julho de 2014 às 10:11

Foto: Divulgação

Aconteceu na sexta-feira, 25 de julho, na Câmara de Vereadores de Vilhena, um embate idealizado pelo Tribunal Regional Eleitoral – TRE/RO, que teve como intuito transmitir transparência sobre as próximas eleições e também fornecer ao eleitor esclarecimentos sobre a conduta dos candidatos, dos direitos e deveres do eleitorado e por fim, foi apresentado valores sobre os gastos que o país terá até o próximo dia 5 de outubro.

Com o tema “Aspectos Gerais das Eleições 2014”, uma mesa foi formada por autoridades políticas, entre elas o prefeito do município, Jose Luiz Rover, e também membros do TRE. Após breve discurso da vereadora Marta Moreira e do mandatário vilhenense, o presidente do TRERO, desembargador Péricles Moreira Chagas, fez uso da palavra, onde explanou sobre os gastos astronômicos que o Brasil terá para eleger, presidente, governadores e deputados.

Segundo Chagas, o país tem a melhor eleição do mundo, quando o quesito é apuração de votos, agilidade na divulgação e transparência, porém, peca e muito quando se trata de consciência política. O desembargador chegou a dizer que, a carga tributária brasileira é desumana e está muito próxima do assalto. “Em 2013, o país arrecadou quase dois trilhões nesse quesito. Esse dinheiro precisa ser melhor investido”, disse.

Dados apresentados pelo presidente mostram que, entre todos os candidatos, será gastos a bagatela de aproximadamente 6,6 bilhões de reais. Só os 11 presidenciáveis, irão despejar pelas ruas, 926 milhões de reais em campanha. Nessa soma não está incluído os gastos que serão feitos pela justiça eleitoral. Essa consumirá cerca de 750 milhões de reais, para realizar a eleição.

Fechando o ciclo, o juiz membro e ouvidor geral, Juracy dos Santos Loura Júnior, apresentou aos presentes, consequências sobre crimes eleitorais, e lembrou que eles podem ser aplicados tanto para o candidato como para o eleitor. “Quem vende o voto pode ser punido e quem compra também”. O ouvidor falou ainda sobre o voto consciente, anulação de votos e sobre a importância de conhecer as propostas dos candidatos.

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