SEBRAE: Comprar do pequeno negócio é alternativa para a crise em tempos difíceis

Sebrae orienta as pessoas a continuarem consumindo de pequenas empresas

ASSESSORIA

20 de Março de 2020 às 09:11

Foto: Divulgação

Os pequenos negócios conseguem manter a mão de obra em postos de trabalho garantindo seu sustento. Segundo dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS/2018), os pequenos negócios empregam 46,6 milhões de pessoas. Com as projeções relativas às consequências da pandemia Covid-19 no Brasil, o Sebrae colocou seus especialistas em uma escalada de trabalho para criar soluções para os pequenos negócios. Na sequência de atividades, os colaboradores do Sebrae agem para prestar orientações aos empreendedores, ao tempo em que estão avaliando quais os segmentos mais afetados pela crise.

 

Além de colocar todo o seu corpo técnico dedicado a encontrar alternativas para os donos de empresas de micro e pequeno portes (MPE), bem como microempreendedores individuais (MEI), o Sebrae construiu um conjunto de  propostas, que foi entregue ao Ministério da Economia, sugerindo ações em quatro frentes: redução de custos; viabilização do fluxo de caixa; manutenção do emprego e orientação com apoio ampliado.

 

Na proposta de redução de custos o Sebrae indica que o ministério adote políticas públicas para redução de alugueis, folhas de pagamento, encargos trabalhistas, empréstimos bancários entre outras.

Para viabilização do fluxo de caixa a criação de linhas especiais para alongamento de prazo com fornecedores, é uma das opções viáveis, além de disponibilidade de sistemas de garantias. Para a manutenção de empregos as sugestões passam pela ampliação e  simplificação do banco de horas, redução ou escalonamento da jornada de trabalho e home office. A orientação requer apoio especializado e gratuito aos empresários de MPE e MEI com foco na adequação da operação dos negócios.

 

O documento é muito mais abrangente, vez que é resultante de  estudos direcionados aos temas mais relevantes para os segmentos mais sensíveis à situação atual. E o momento demonstra grande necessidade de alinhamento para evitar especulação ou desabastecimento. Precisamos contar com as entidades representativas como associações, redes e federações para conter preços ou falta de estoque.

 

Em São Paulo, por exemplo, os mercados venderão álcool gel a preço de custo, graças a intermediação dos poderes públicos junto às lideranças do varejo e já estão em negociação com as farmácias para adotarem a iniciativa. Em todo o país, as empresas vão propondo novas vertentes de atendimento como forma de adaptação ao isolamento social imposto pelo Coronavirus. Serviços de entrega ou mesmo atendimento via e-commerce começam a ser testados e aprovados pelos consumidores.

 

No curso de sua trajetória, o Sebrae mais uma vez reforça a campanha "Compre dos Pequenos Negócios", porque com eles em atividade, certamente influenciam diretamente na manutenção dos empregos no país. Um site foi desenvolvido para apoiar as empresas neste momento em que a pandemia sinaliza tempos delicados. Acessando www.sebrae.com.br/coronavirus o empreendedor tem á disposição orientações e informações sobre como melhor reagir neste período.

 

Direito ao esquecimento

MAIS NOTÍCIAS