DESRESPEITO: Comunidade relata descaso do poder público com entorno da EFMM

Os órgãos públicos competentes não dão segurança para os moradores e comerciantes

DA REDAÇÃO - João Paulo Prudêncio

13 de Janeiro de 2020 às 14:31

Atualizada em : de de às

Foto: Divulgação

Não é a primeira vez que noticiamos matérias sobre o entorno da Estrada de Ferro Madeira Mamoré a começar com a tenebrosa “VILA DO CRACK” no antigo terminal de ônibus da capital.

 

Um grupo de moradores e comerciantes já esteve em audiências no Ministério Público Estadual – MP/RO, em resposta a Prefeitura de Porto Velho apresentou um plano de intervenção que pretende realizar naquela área do terminal de ônibus, mas ainda nada fez para coibir que os usuários de drogas utilizem o espaço para consumir e vender entorpecentes.

 

 

Os órgãos públicos competentes não dão segurança para os moradores e comerciantes, que pedem instalação de tapume para evitar a presença dos drogados que volta e meia promovem brigas, assaltos, esfaqueamentos e até mortes, sendo que esse espaço fica localizado em frente ao Prédio da Justiça Federal.

 

Outra área bastante prejudicada é a Vila Ferroviária, compreendida entre a avenida Sete de Setembro e a Rua João Alfredo , que teve consequências das intervenções errôneas do ex-prefeito Roberto Sobrinho que utilizando maquinário pesado como o “rolo compactador” abalou toda a estrutura morfológica daquele relevo denominado ”Platô” onde está localizada as antigas casas dos ex-ferroviários ,resultando a formação de diversas crateras, erosões e avarias em toda a via pública.

 

 

Em virtude desses fatos no mês passado abriu uma imensa cratera no meio daquele trecho e que está a ponto de desmoronar toda a via pública, sem contar que a CAERD concretou um vazamento sem fazer o conserto.

 

Segundo um morador antigo do local a Prefeitura de Porto Velho só atende os pedidos via imprensa e não mais via oficio, e  documentos já foram protocolados na SEMTRAN para a recolocação dos impedimentos de concretos da entrada da vila que a própria Secretaria retirou para a festa da virada do ano novo, esses impedimentos segundo o morador visa coibir á entrada de carretas e veículos pesados, já que esse trecho está vulnerável a abertura de mais crateras.

 

Um vídeo no local foi registrado pelo repórter Lima Neto, que mostrou a atual situação da cratera localizada em uma das áreas que em tese deveria  ser o ponto turístico mais visitado da capital de Rondônia.

 

Confira vídeo:

 

Direito ao esquecimento

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