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Agentes interceptam celular escondido em chinelo

Agentes penitenciários impediram que dois aparelhos celulares chegassem até os presos recolhidos na Casa de Detenção de Jaru. Por volta das 18h desta terça-feira (12), uma equipe de agentes que realizava a escolta de um preso no Hospital Municipal, enco

Da Redação

14 de Maio de 2015 às 08:13

Foto: Divulgação

Agentes penitenciários impediram que dois aparelhos celulares chegassem até os presos recolhidos na Casa de Detenção de Jaru.

Por volta das 18h desta terça-feira (12), uma equipe de agentes que realizava a escolta de um preso no Hospital Municipal, encontrou um par de chinelos contendo dois aparelhos celulares que tinha como destino, uma das celas da Unidade Prisional.

Segundo informações de membros da equipe plantonista, o apenado foi conduzido ao HM para receber atendimento médico emergencial, entretanto, desde o instante que chegou ao hospital solicitava para ir ao banheiro sob a alegação de que estava com forte disenteria. Durante a vistoria no banheiro, um dos agentes encontrou escondido entre o vazo sanitário e a parede, um par de chinelos do tipo havaianas, contendo 2 aparelhos celulares, 2 chips e um carregador. Tudo estava acondicionado em uma cavidade no par de chinelos, feita para camuflar os objetos.

O apenado usava um par de chinelos da mesma cor do flagrado com os celulares- preto. Os agentes relataram que o intuito do preso seria trocá-lo no momento em que usava o sanitário, para posteriormente tentar adentrar no interior da carceragem com os celulares.

“É rotina vistoriarmos os locais antes que os presos adentrem. Nesse caso, mesmo que ele conseguisse trocar de chinelos, ele passaria por uma revista minuciosa ao retornar para a Unidade. Por questões de segurança a equipe de escolta decidiu recolher os objetos e sair imediatamente do Hospital. O importante nesta situação é que impedimos a entrada dos aparelhos”, ressaltou um dos agentes plantonistas.

O fato foi registrado na Delegacia de Polícia Civil e um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) deverá ser instaurado pela Direção da Unidade para apurar o caso.

A Casa de Detenção de Jaru comporta cerca de 90 presos e até o fechamento desta reportagem estava com uma população carcerária de 136 presos, 46 a mais que sua capacidade.

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