ECONOMIA - Definido novo piso salarial do comércio de Porto Velho

CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO- Fecomércio e Sindecom, representando os trabalhadores, decidiram em conjunto o novo piso do salário do comércio.

Da Redação

27 de Maio de 2010 às 10:44

Foto: Divulgação

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Rondônia- Fecomércio/RO e o Sindicato dos Empregados do Comércio de Porto Velho-Sindecom encerraram as negociações sobre o piso salarial da categoria, um dos itens que estava pendente para a conclusão definitiva da Convenção Coletiva de Trabalho 2010/2011. A partir deste mês, o piso da categoria passa a ser de R$ 540,00 (quinhentos e quarenta reais), portanto, uma reposição salarial de 5%.

Da convenção foram participantes também o Sindicato do Comércio Varejista de Materiais Elétricos e de Aparelhos Eletrodomésticos do Estado de Rondônia-Sindielétricos/RO, Sindicato do Comércio Varejista de Peças e Acessórios para Veículos do Estado de Rondônia-Sindipeças/RO, Sindicato das Empresas Revendedoras de Materiais de Papelaria e Desenho do Estado de Rondônia-Simper/RO, Sindicato dos Lojistas do Estado de Rondônia-Sindilojas/RO, Sindicato do Comércio Atacadista de Gêneros Alimentícios do Estado de Rondônia-Singaro/RO e Sindicato dos Distribuidores de Bebidas do Estado de Rondônia-Sidiber/RO. Na negociação para a assinatura da convenção também ficou acertado que a data base para a próxima convenção será 1º de janeiro de 2011, bem como que não haverá banco de horas.

Assim, agora, o piso dos empregados no comércio foi fixado em R$ 540,00 (quinhentos e quarenta reais), valor que representa um aumento de 9,09% sobre o piso que vigorou em 2009. O presidente da Fecomércio/RO, Raniere Araújo Coelho, ressaltou que, apesar do tempo que este tipo de negociação sempre implica, a nova convenção demonstra mais uma vez a seriedade e o respeito entre os membros das duas entidade e dos sindicatos.

“Entendemos o bom momento pelo qual passa Porto Velho e o Estado com o crescimento acentuado do comércio e, ouvindo os dois lados e entendendo as necessidades dos empresários e dos comerciários, procuramos fazer uma convenção que fosse a melhor possível dentro das limitações existentes. Creio que a boa vontade de ambas as partes e a interação garantiu um bom resultado”. Para o empresário e dirigente da Fecomércio, Gladstone Nogueira Frota, que participou diretamente do acordo, a negociação privilegiou as duas partes. “Os empresários e os trabalhadores tendem a ganhar com esta negociação e as próximas. Os resultados são de interesse mútuo. O bom entendimento e a cordialidade foram marcas do relacionamento entre as duas classes e isto foi demonstrado com o resultado alcançado, que não foi o ideal, mas, foi o melhor possível”.

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