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Seagri incentiva cultivo de flores tropicais em Rondônia

Seagri incentiva cultivo de flores tropicais em Rondônia

Da Redação

12 de Setembro de 2009 às 09:22

Foto: Divulgação

A Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Regularização Fundiária (Seagri) vai firmar um Termo de Concessão de Uso com produtores de flores tropicais da região de Areia Branca. A proposta é a utilização responsável da área de dez hectares (ha) destinada ao cultivo das plantas exóticas.
A parceria com os produtores já vem desde os tempos da antiga Seapes, há aproximadamente cinco anos. Na época a Secretaria disponibilizou um microtrator para trabalhar no local, assim também como um sistema de irrigação com dez hectares de canos que alcançavam toda a área. O trabalho de ajuda aos produtores teve o apoio do Sebrae que realizou cursos de capacitação aos novos empreendedores que acreditaram na expansão dessa nova cultura no Estado.
Justamente pelo fato do produto ser novo no mercado e, portanto, sujeito à dificuldades como mão-de-obra e aprendizado, muita gente desistiu no meio do caminho. Por causa disso, dos dez hectares cedidos pelo governo do Estado para o cultivo das flores tropicais, cinco foram abandonados. O produtor rural Lainê Gomes Júnior foi um dos resistentes e se dedica ao cultivo de 12 espécies de flores tropicais numa área de cinco hectares. Mas apenas dois deles estão produzindo. Agora, com este Termo de Concessão de Uso, a Seagri pretende estabelecer que a área seja cultivada apenas por quem, de fato, tem interesse de encarar a atividade com seriedade e disposição. Quem não produzir, terá que ceder espaço para outro produtor rural.
Recentemente a Seagri enviou uma equipe ao local para fazer uma vistoria na área. Munidos de GPS, o agrônomo Miguel Ângelo do Amaral Lima e o técnico em zootecnia Nilson Rodrigues Santos, fizeram a visita com o propósito de delimitar a área. “Nós vamos fazer um relatório sobre os lotes que estão em estado de abandono e levaremos essas informações para o secretário de Agricultura. A partir daí teremos como organizar essa questão”, disse o agrônomo Miguel Ângelo. Ele adiantou também que esse laudo irá mapear as dificuldades encontradas e irá facilitar o trabalho de assistência técnica aos produtores.
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