Ex-namorada do deputado Valter Araújo pede extinção de processo contra Rondoniaovivo

Ex-namorada do deputado Valter Araújo pede extinção de processo contra Rondoniaovivo

Da Redação

21 de Agosto de 2008 às 10:50

Foto: Divulgação

A apresentadora de programa de televisão da Igreja Assembléia de Deus, Poliana Siqueira Miranda, ex-namorada do deputado estadual Valter Araújo (PTB), pediu ao juiz da 1ª Vara Cível de Porto Velho que decretasse a extinção de processo de indenização por supostos danos morais movido por ela contra o site de notícias rondoniaovivo. Atendendo à solicitação de Poliana, o juiz Jorge Luiz dos Santos julgou extinto o processo e determinou o arquivamento. A evangélica havia ingressado em juízo com pedido de liminar em ação de indenização contra o site que publicou acórdão do Tribunal de Justiça de Rondônia sobre a condenação do deputado estadual Valter Araújo, também integrante da Assembléia de Deus, a pagar-lhe três salários mínimos. Poliana foi namorada e sócia do parlamentar. Poliana entrou na Justiça com processo de dissolução de sociedade de fato com alimentos, partilha e danos morais contra o “irmão” Valter Araújo e passou a ter o direito de receber mensalmente três salários mínimos. Valter recorreu ao TJ para não pagar esses valores, mas seu recurso não foi provido. O deputado alegou que ganhava apenas R$ 2.500,00 de salário, mas não convenceu. "Até então os autos demonstram que o agravante possui renda mensal equivalente a R$7.000,00. Também noticiam os autos que o agravante possui inúmeros bens imóveis urbanos e rurais, bem como, que socialmente mantém um padrão de vida elevado. A incompatibilidade entre os bens adquiridos e a renda mensal do agravante só demonstram a fragilidade probatória, neste momento inicial do processo", anota o juiz-relator Álvaro Kálix Ferro. A ex-namorada de Valter Araújo entrou na Justiça contra o site rondoniaovivo alegando que o processo corre em segredo de justiça e seu conteúdo não poderia ser divulgado, mas o juízo da 1ª Vara Cível rejeitou o argumento, não concedendo a liminar. Porém, mandou citar a empresa jornalística a apresentar defesa no prazo de 15 dias. Antes que o processo fosse adiante, Poliana solicitou a extinção.
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