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Delegado reconhece dificuldade para elucidar morte de advogado de Cacoal

Delegado reconhece dificuldade para elucidar morte de advogado de Cacoal

Da Redação

04 de Dezembro de 2007 às 17:45

Foto: Divulgação

A queima de arquivo, com a morte de suspeito de terem participado da execução do advogado e presidente da Subseção da OAB de Cacoal, Valter Nunes de Almeida, vem se constituindo em uma dificuldade a mais nas investigações. A informação é do delegado de polícia civil Carlos Eduardo, que na sexta-feira (30 de novembro), compareceu a sessão plenária do Conselho Seccional da OAB-Rondônia, em Porto Velho. Segundo o delegado, a polícia tem uma lista de suspeitos, mas as investigações são prejudicadas pela ocorrência de outros crimes. “Estamos com um caso complexo nas mãos. Os crimes praticados contra advogados, juízes e promotores da justiça em Cacoal são muito complicados. Há um esforço muito grande da polícia, mas também há uma série de fatores que impedem a solução dos casos”, explicou. Carlos Eduardo, após ser congratulado pela eficiência da polícia na solução do assassinato do advogado Aliomar Alberto da Matta Morhy, foi convidado pelo vice-presidente do Conselho Seccional, advogado Ivan Machiavelli, para participar de reunião com advogados de Cacoal. O presidente da OAB-Rondônia, advogado Hélio Vieira, agradeceu a presença do delegado na sessão do Conselho e disse acreditar no esforço da polícia que, mesmo sem condições adequadas, se esforça para combater o avanço da criminalidade no Estado. “Sabemos da dificuldade enfrentada pela polícia. Sabemos que é preciso investimento mais consistente na Segurança Pública, com políticas voltadas para o bem-estar social. Contudo, não podemos parar diante das dificuldades, devemos usar o que temos para combater a violência e impedir que pistoleiros ameacem e tirem a vida de quem luta pelo direito e pela paz”, destacou Hélio.
Direito ao esquecimento

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