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ESPAÇO ABERTO: Faturas da Energisa consideradas abusivas mobilizam deputados

Confira a coluna

RONDONIAOVIVO - CÍCERO MOURA

18 de Setembro de 2019 às 08:43

Foto: Divulgação

DE OLHO NA ENERGISA

 

Deputado Jair Montes, que também foi um dos afetados pelos aumentos considerados abusivos na conta de luz, conseguiu 100 por cento de aprovação na Assembleia para a criação de uma comissão de fiscalização da Energisa. Além disso, o deputado prepara uma estratégia jurídica para auxiliar consumidores que não sabem a quem recorrer diante das altas faturas.

 

 

 

 

SEGUE A ONDA

 

No embalo das indignações contra a Energisa, na tarde desta terça-feira (17), a Assembleia Legislativa de Rondônia aprovou requerimento do deputado estadual Alex Redano (Republicanos) que cria uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), destinada a investigar graves denúncias de práticas abusivas contra os consumidores de energia elétrica no estado de Rondônia praticadas pela Energisa. A CPI, que terá cinco membros e duração de 90 dias (podendo ser prorrogada), recebeu apoio de 11 deputados. Agora, cabe ao presidente da Assembleia, Laerte Gomes (PSDB) fazer a instalação da CPI e em seguida os partidos irão indicar os membros.

 

 

 

QUASE IMPOSSÍVEL

 

Secretário Municipal de Educação, Márcio Félix,  diz que governo e prefeitura estudam uma maneira de salvar o ano letivo de 2019 para os alunos do transporte escolar rural. Acho a empreitada difícil mas a esperança é a última que morre.

 

 

 

 

 

SERELEPE

 

Um “invasor” matreiro foi flagrado passeando no Tribunal de Justiça de Rondônia. Ao escutar um barulho estranho a vigilância foi ver o que se tratava e se deparou com  um macaco passeando pelos corredores do primeiro andar do prédio. O pequeno “entrão”  chegou a ser alimentado por servidores, que chamaram os bombeiros para a captura.

 

 

 

 

 

AMBIENTAL

 

Os bombeiros usaram técnicas de captura para não estressar o animal que  foi colocado em um recipiente de transporte e levado para o Batalhão da Polícia Ambiental. No batalhão o macaquinho passou por avaliação de saúde e agora aguarda a transferência para seu habitat natural. Animais silvestres, de acordo com a legislação, devem permanecer em seu ambiente de origem, sendo proibida a criação em cativeiro, com exceção dos autorizados pelos órgãos de fiscalização.

 

 

BILHÕES ESTÃO DE VOLTA

 

A minirreforma eleitoral, que o Senado deve votar nesta semana, é a reação dos políticos para repor a montanha de dinheiro que a cada eleição tomavam de empresas fornecedoras do governo. A investida do Congresso diretamente no bolso do contribuinte, sem a intermediação de empreiteiras, começou no auge da Lava Jato, quando o acintoso Fundo Partidário saltou de R$308,2 milhões em 2014 para R$811,3 milhões em 2015, enfiados goela abaixo do País. Era só o começo.

 

 

FUNDO IMORAL

 

O Fundão Eleitoral de 2018 foi de R$ 1,7 bilhão, mas políticos tentam incluir no Orçamento previsão de até R$3,7 bilhões para a eleição 2020.

 

Vítimas da corrupção, os brasileiros terão de pagar as multas e até os advogados de políticos pilhados em vigarices gerais.

 

 

DE VOLTA O CAIXA 02

 

Com o Fundo pagando até advogado de candidato, vão se multiplicar casos de superfaturamento de honorários para o “caixa 2” da clientela.

 

 

FARRA TOTAL

 

A minirreforma autoriza partidos a fazer negócios como comprar sedes, aviões, carros, o que quiserem, com o dinheiro público do Fundo.

 

 

COMISSÃO DE INVESTIGAÇÃO

 

Senadores articulam uma nova CPI para investigar a paixão das organizações não-governamentais (ONGs) pelo dinheiro... do governo. Não é a primeira vez que essas entidades são alvo de investigação: em 2006, o Senado instalou a primeira CPI das ONGs proposta pelo então senador Heráclito Fortes. Acabou em pizza, mas ao menos descobriu que as ONGs tomavam do governo federal mais de R$1 bilhão por ano.

 

 

BILHÕES

 

A CPI das ONGs investigou repasses de 2001 a 2006. Só para ONGs batizadas de “associações” e “institutos” foram mais de R$5 bilhões. O total apurado pela CPI do faturamento entidades privadas “sem fins lucrativos”, segundo o Siafi, foi de R$13,7 bilhões.

 

 

FALOU DEMAIS

 

O senador Major Olímpio (SP) quer ficar no PSL após o veto à sua filiação pelo presidente do Podemos-SP, Mário Covas Neto. Mas pode ter “queimado as caravelas” ao afirmar que Flávio Bolsonaro, contrário à CPI da Lava Toga, e não a senadora Juíza Selma, deve sair do PSL.

 

 

 

 

 

RENOVOU NADA

 

Crítico da minirreforma, o senador Oriovisto Guimarães (Pode-PR) acha que é um mito a tal “renovação do Congresso”. Diz que apenas dez dos 81 senadores são de fatos estreantes na política, inclusive ele.

 

 

EMPURRANDO

 

O relator da reforma tributária, senador Roberto Rocha (PSDB-MA), apresenta relatório nesta quarta (18), na CCJ. Se aprovada a reforma, já valerá para o ano que vem. Mas o líder do governo, Fernando Bezerra (MDB-PE), não está nem aí: defende sua votação só em 2020.

 

 

NA MIRA

 

Um dos ministros considerados na minirreforma é o da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. Mas tudo depende do sucesso da reforma da Previdência. Caso saia do cargo, Onyx volta ao mandato na Câmara.

 

 

FICA COMO ESTÁ

 

Pressionado, o presidente do Senado retirou de pauta o exame das mudanças da Lei Eleitoral e do Fundão.

 

 

69,5% ACHAM QUE FALAS DE BOLSONARO MAIS ATRAPALHAM DO QUE AJUDAM  

 

O Instituto Paraná quis saber o que os brasileiros acham da linguagem usada pelo presidente Jair Bolsonaro nas suas manifestações espontâneas, sobretudo em entrevistas.



Eis o resultado:

69,5% - Mais atrapalham.
23,9% -  Mais ajudam.
6,7% - Não sabem



Ao tentar saber se os brasileiros acham que Bolsonaro diz o que diz de propósito, eis o resultado:

58,4% - Fala de propósito.
35,3% - Fala porque é seu modo de se expressar.
6,3% - Não sabem.

 

 

 

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