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MADEIRA-MAMORÉ: Livro sobre ícone ferroviário é lançado nas redes sociais pelo advogado Ricardo Leite

A obra é vendida pela internet

DA REDAÇÃO

27 de Janeiro de 2020 às 09:16

O jornalista e advogado Ricardo Leite apresentou o seu novo livro “1912 Vitória na Selva, umas das mais fantásticas páginas da história do Brasil e do mundo moderno”, obra com 400 páginas e uma linha do tempo ricamente ilustrada de mais de 200 anos, editado pela Temática, sobre a instigante história da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré (EFMM), inaugurada em 1912, e seus 366 quilômetros no coração da isolada selva amazônica, atualmente cidade de Porto Velho, estado de Rondônia.

 

“É realmente uma incrível aventura de coragem, cooperação entre nações e vitória sobre o impossível”, exalta o escritor, que é membro da Academia Rondoniense de Letras e trabalhou como procurador federal junto ao IPHAN e à Agencia Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), sempre com um especial olhar voltado à preservação do patrimônio ferroviário nacional. “É também uma história sobre o valor das ferrovias de ontem, de hoje e do amanhã”.

 

Nas redes sociais, o autor publicou uma amostra grátis das primeiras 40 páginas do livro e vários vídeos e fotos, que buscam ligar lugares, personagens e fatos históricos à sua narrativa.

 

 Fez isso em São José dos Campos-SP ao lado de uma histórica locomotiva restaurada, produzida há mais de cem anos pela mesma fábrica americana da maioria das máquinas da EFMM, e em Aparecida-SP, mostrando o especial valor simbólico dos trens turísticos para o desenvolvimento ferroviário nacional.

 

No livro, ele busca também desfazer mitos sobre a estrada de ferro, resgatar fatos esquecidos ou truncados, revelar outros surpreendentes, e reabilitar figuras históricas, como o investidor e empresário americano Percival Farquhar, que construiu a improvável Madeira-Mamoré e muitas outras obras essenciais para o desenvolvimento do país na primeira metade do século XX. “Era um sincero brasilianista”, assegura.

 

“O antiamericanismo não contribui com o debate sobre as relações do Brasil com o mundo, nem com a história de união centenária dos EUA com o nosso país.”, analisa. Nessa sua procura por justiça histórica, o autor rechaça a teoria que o presidente Juscelino Kubitschek aviltou as ferrovias em favor das estradas de rodagem. “Ele criou a Rede Ferroviária Federal e assentou 1000 KM de trilhos no seu governo. Queria o Brasil forte e próspero, com muitas rodovias e ferrovias também”.

 

Valor

 

O exemplar custa R$ 65 e o frete R$ 10. O livro segue com o autógrafo do autor.

Rede social do autor: https://www.facebook.com/estradadeferromadeiramamorero/

 

 

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