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PRESIDIÁRIO: Homem que matou esposa a remadas é agredido até a morte

Rosimar foi espancado pelos "colegas" de cela

Rondoniaovivo

06 de Setembro de 2019 às 09:01

Foto: Divulgação

O agricultor Rosimar Sales Moraes, de 31 anos, foi agredido até a morte na noite de quarta-feira (4), dentro de uma unidade prisional, no município de Maués (a 276 quilômetros de Manaus). O homem estava preso por feminicídio. 

 

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FEMINICÍDIO: Agricultor mata esposa a remadas na frente da enteada de seis anos

 

Segundo informações da 10ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM), Rosimar foi espancado na Unidade Prisional de Maués (UPM) por outros presos dentro do pavilhão em que estava preso. O custodiado ainda chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos e morreu a caminho do Hospital Geral Raimunda Francisca Dinelli.

 

O motivo da morte ainda é desconhecido. O crime está sendo investigado pela 48ª Delegacia Interativa de Polícia (DIP).

 

Rosimar matou a esposa a remadas na frente da enteada de 6 anos

Rosimar matou a esposa a remadas na frente da enteada de 6 anos | Foto: Divulgação

 

Feminicidio 

 

Rosimar matou a golpe de remo a própria esposa, Jomara Ferreira, de 34 anos, na noite do dia 27 de agosto deste ano, em uma comunidade rural de Maués. A filha da vítima, de seis anos, presenciou o crime. 

 

Após o crime, Rosimar levou a companheira para hospital de Maués, alegando que Jomara havia caído da canoa e batido a cabeça. 

 

Entretanto, a equipe médica da unidade hospitalar desconfiou da versão inicial do agricultor e acionou a polícia. A enteada do agricultor, mesmo nervosa, afirmou que o padrasto havia agredido com o remo a mãe dela após uma discussão. 

 

"Rosimar chegou em casa embriagado e, por conta disso, Jomara chamou atenção dele. Durante a discussão, ele pegou o remo bateu três vezes na cabeça da esposa. A princípio, Rosimar negou o crime, mas a enteada apontou o padrasto como autor. Diante disso, Rosimar confessou o assassinato e disse agrediu a mulher porque não gostou de ser chamado atenção”, explicou o capitão Laurênio Silva.

Direito ao esquecimento

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