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Coreia do Norte ameaça Casa Branca após ataque hacker

O ataque hacker promovido pela Coreia do Norte contra a Sony Pictures por conta do filme "A Entrevista" está se desenrolando como um conflito político internacional. Agora, chegou a vez do país asiático responder com uma declaração de possibilidade de ret

Da Redação

22 de Dezembro de 2014 às 10:17

Foto: Divulgação

O ataque hacker promovido pela Coreia do Norte contra a Sony Pictures por conta do filme "A Entrevista" está se desenrolando como um conflito político internacional. Agora, chegou a vez do país asiático responder com uma declaração de possibilidade de retaliação militar.

De acordo com a agência de notícias de Pyongyang, a Coreia do Norte alega ter "evidências claras" de que a Casa Branca evolveu-se diretamente na produção do roteiro difamatório de "A Entrevista" — e, por isso, o símbolo político mais tradicional dos Estados Unidos seria um alvo de ataques militares.

O relato cita que o país foi alvo de "uma ciberguerra surpreendentemente sofisticada, destrutiva e ameaçadora" e chama o filme de "não desejado e reacionário". O país elogia os terroristas, mas alega que eles são somente simpatizantes às causas da Coreia do Norte, não encomendados pelo governo em si.

O ataque hacker promovido pela Coreia do Norte contra a Sony Pictures por conta do filme "A Entrevista" está se desenrolando como um conflito político internacional. Agora, chegou a vez do país asiático responder com uma declaração de possibilidade de retaliação militar.

De acordo com a agência de notícias de Pyongyang, a Coreia do Norte alega ter "evidências claras" de que a Casa Branca evolveu-se diretamente na produção do roteiro difamatório de "A Entrevista" — e, por isso, o símbolo político mais tradicional dos Estados Unidos seria um alvo de ataques militares.

O relato cita que o país foi alvo de "uma ciberguerra surpreendentemente sofisticada, destrutiva e ameaçadora" e chama o filme de "não desejado e reacionário". O país elogia os terroristas, mas alega que eles são somente simpatizantes às causas da Coreia do Norte, não encomendados pelo governo em si.

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