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APOIO: Governo quer semana patriótica com incentivo ao Turismo

Ainda de acordo com a reportagem, a recente isenção de vistos para cidadãos dos Estados Unidos, Canadá, Japão e Austrália será reforçada por uma campanha desenvolvida entre o Ministério do Turismo e a Embratur

PANROTAS

18 de Julho de 2019 às 17:17

APOIO: Governo quer semana patriótica com incentivo ao Turismo

FOTO: (Divulgação)

De acordo com reportagem do Estado de S. Paulo, a Secretaria Especial de Comunicação Social (Secom) do governo federal está estudando maneiras de ampliar as comemorações relacionadas à Independência do Brasil, em setembro, incentivando o comércio e o Turismo nacional em uma espécie de “Black Friday verde e amarela”.



Segundo a publicação, o que está sendo chamado de “Semana do Brasil” pelos corredores do Palácio do Planalto visa incentivar o varejo a oferecer produtos com descontos semelhantes aos vistos nos Estados Unidos no período do feriado de Ação de Graças (Thanksgiving), em novembro. A hotelaria também seria estimulada a realizar promoções com o intuito de fomentar o Turismo interno.
 

Ainda de acordo com a reportagem, a recente isenção de vistos para cidadãos dos Estados Unidos, Canadá, Japão e Austrália será reforçada por uma campanha desenvolvida entre o Ministério do Turismo e a Embratur. O foco seria na atração de turistas norte-americanos.



“Precisamos divulgar mais essa isenção de visto. Foi simplesmente um ato e não teve nenhuma campanha. É importante o americano saber que hoje não precisa tirar visto. Deve ser uma campanha orçada em cerca de R$ 3 milhões focada muito no digital, mas também acredito que tenham mídias em aeroportos” comentou o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio.


Segundo o Estadão, a Secom também encomendou a elaboração de uma campanha internacional de posicionamento do Brasil a três agências de publicidade: NBS, Artiplan e Calia Y2. Até o momento, analisando as prestações de contas da secretaria, não constam gastos com mídia fora do Brasil.



Em janeiro, o governo federal cancelou um contrato de relações públicas voltado à imprensa estrangeira no valor de R$ 30 milhões, assim como cortou de R$ 89 milhões para R$ 52 milhões o orçamento de produção de conteúdo digital.

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