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BLITZ: Presidente Laerte Gomes denuncia abuso nas operações da Lei Seca

Empresários procuraram o parlamentar para reclamar das ações que estariam prejudicando o setor de bares e restaurantes

ASSESSORIA

28 de Novembro de 2019 às 10:49

BLITZ: Presidente Laerte Gomes denuncia abuso nas operações da Lei Seca

FOTO: (ASSESSORIA)

Esta semana, o presidente da Assembleia Legislativa, Laerte Gomes (PSDB) saiu em defesa de empresários proprietários de bares e restaurantes de Rolim de Moura, que afirmam estarem sendo penalizados com bruscas quedas no faturamento por conta da forma ostensiva que a Polícia Militar vem atuando nas blitze da Lei Seca. 

 

Segundo Laerte Gomes, os empresários não são contra as blitze, porém, consideram abusivo e exagerado o modo coercitivo utilizado pelos policiais que dão suporte para os agentes do Detran, departamento titular das blitze. 

 

É um absurdo! Uma cidade do tamanho de Rolim de Moura, que até pouco tempo não tinha tantas opções do segmento gastronômico e de lazer, agora ter seu faturamento afetado por conta de ações como essas que se utilizam da blitz da Lei Seca com o único objetivo de punir e encher ainda mais a conta bancária do Detran”, declarou o presidente. 

 

Para o parlamentar, o objetivo da Lei Seca é a conscientização e a diminuição dos acidentes de trânsito e não uma ferramenta de perseguição e enriquecimento. 

 

Blitz não foi feita para ser fábrica de gerar dinheiro, blitz é fiscalização, educação no trânsito, blitz é para salvar vidas, e tanto o Detran como a Polícia Militar estão fazendo isso errado”, ressaltou o parlamentar. 

 

Segundo os relatos dos empresários de Rolim de Moura, as blitze, comandadas pelo major da PM Thiago Campos, têm sido frequentes e assustado os clientes que buscam o lazer aos finais de semana. 

 

A Polícia chega a fechar as poucas vias de acesso para o Centro, onde está o polo gastronômico de Rolim de Moura, que, aliás, gera emprego, renda e movimenta o setor. As rondas de motos da Polícia, feitas, praticamente, na porta dos bares e restaurantes constrangem os clientes, que óbvio, preferem pedir a conta e ir embora. Isso está acontecendo constantemente, não há estabelecimento que resista. É uma ação que está inibindo o cidadão no seu direito de ir e vir livremente”, enfatizou Laerte Gomes.

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