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TRANSPORTE ESCOLAR: “Se fosse comigo pediria para sair”, diz secretário sobre intervenção do serviço

De acordo com Suamy Vivecanda, a intervenção na empresa detentora do serviço é parcial

DA REDAÇÃO - JOÃO PAULO PRUDÊNCIO

20 de Setembro de 2019 às 17:15

TRANSPORTE ESCOLAR: “Se fosse comigo pediria para sair”, diz secretário sobre intervenção do serviço

FOTO: (Divulgação)

O interventor do sistema de transporte escolar terrestre em Porto Velho e secretário estadual de Educação, Suamy Vivecanda, integrou a mesa de autoridades que debateram o grave problema que vem deixando aproximadamente mil crianças sem acesso à escola desde o ano passado e outros milhares em risco, por dependerem de ônibus precários para a prestação do serviço durante a Audiência Pública da Comissão de Educação da Câmara Federal.

 

De acordo com Suamy Vivecanda, a intervenção na empresa detentora do serviço é parcial fato que vem entravando alguns pontos e a participação do Congresso na solução desse problema é de suma importância.

 

“Nós temos acesso à parte da empresa que está em intervenção embora eles não possam opinar em nada. Essa empresa não possui cadastros para aquisição de combustível, algo que é muito estranho, tudo está sendo apurado”, afirmou Suamy Vivecanda.

 

O secretário também afirmou que o prefeito Hildon Chaves (PSDB) não procurou em nenhum momento a equipe de intervenção para oferecer alguma espécie de apoio ou ideia para ajudar. Para ele, isso é vergonhoso por parte de um gestor público. “Se fosse comigo eu pediria para sair”, finalizou.

 

Essa Audiência Pública é uma propositura do deputado Léo Moraes (RO) em um relatório sobre o que foi constatado e debatido será apresentado na Comissão de Educação da Câmara Federal e levado à conhecimento do Congresso Nacional e Ministério da Educação.

 

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