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DECIDIDO: STF suspende transferência e vota para manter Lula em Curitiba

O ex-presidente seria transferido de Curitiba para São paulo por decisão da juíza da Lava Jato, no Paraná

METROPOLES

7 de Agosto de 2019 às 16:45

DECIDIDO: STF suspende transferência e vota para manter Lula em Curitiba

FOTO: (Divulgação)

O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria para suspender a transferência do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para a penitenciária de Tremembé, no interior de São Paulo.

 

O petista está preso em Curitiba desde abril de 2018, quando foi condenado a 8 anos de cadeia no caso do triplex do Guarujá. Mais cedo, a juíza substituta Carolina Lebbos, da 12ª Vara Federal de Curitiba autorizou a transferência do petista. A juíza Carolina Lebbos argumenta que os custos humanos e financeiros para manter Lula na Superintendência da Polícia Federal são altos. A magistrada autorizou a transferência, mas não especificou o lugar.

 

A defesa, por sua vez, discordou da mudança. O advogado Cristiano Zanin pediu ao STF a suspensão da análise do pedido da Superintendência da Polícia Federal até o julgamento final do habeas pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A defesa pede a nulidade da condenação de Lula.

 

 

“A 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal deverá retomar em breve o julgamento do mérito do habeas corpus que apresentamos com o objetivo de reconhecer a suspeição do ex-juiz Sergio Moro e a consequente nulidade de todo o processo e o restabelecimento da liberdade plena de Lula”, explicou o advogado.

 

O Partido dos Trabalhadores (PT), sigla do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, também publicou nota em repúdio à mudan~ça. Para os correligionário, trata-se de “perseguição” e “ilegalidade” do processo.

 

O petista está preso em Curitiba desde abril de 2018, quando foi condenado a 8 anos de cadeia no caso do triplex do Guarujá. Na decisão que autoriza a transferência, Carolina destaca os custos humanos e financeiros para manter o ex-presidente na Superintendência da Polícia Federal. Ele foi condenado pelos crimes de lavagem de dinheiro e corrupção passiva no âmbito da Operação Lava Jato e cumpre pena na sede da Superintendência da Polícia Federal.

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