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EDUCAÇÃO AMBIENTAL: Senador Confúcio Moura é contra devastação da Amazônia

O legislador federal e ex-governador do Estado de Rondônia, foi enfático no quesito educação ambiental

ASSESSORIA

6 de Agosto de 2019 às 14:53

No retorno ao poder legislativo, o Senador da República Confúcio Moura (MDB-RO), no seu pronunciamento da tribuna da Casa de Leis do Brasil, no início da tarde desta segunda-feira (5), o emedebista rondoniense foi veemente categórico ao dizer para a base ruralista do PSL do presidente Jair Bolsonaro no senado, que não irá votar em projetos favoráveis a dizimação dos índios nos impactos ambientais as reservas ecológicas e ao armamento á população do Estado de Rondônia, na qual esta região faz parte geograficamente da Amazônia Legal.

 

O legislador federal e ex-governador do Estado de Rondônia, foi enfático no quesito educação ambiental. Pois o Código Florestal compõe a premissa da estrutura legislativa ambiental brasileira, que deve ser respeita. Ou seja, na sua linha legislativa “confuciana” são “causas pétreas”, isto é, Confúcio Moura fez apenas um trocadilho com o termo jurídico que consagra as leis. Cuja a finalidade constitucional é proteger e impedir um possível desmoronamento do Código Florestal brasileiro. Portanto, para Moura, jamais deverão ser alteradas as leis de proteção ao meio ambiente brasileiro.

 

Confúcio mostrou também está perplexo com políticos do Poder Executivo e Legislativo, que estão “arquitetando” novas leis a “toque de caixa”. E o mais preocupante para o senador rondoniense são as asneiras pronunciadas nos poderes, referente ao meio ambiente brasileiro – Vamos ter cuidado com as palavras. Elas são como balas, saem destruindo e não voltam mais – Alertou o senador. Entretanto, o legislador de uma nota só, que é a educação, assim ele mesmo se alto intitula. Ressalto os biomas de Rondônia e a sua luta legislativa, quando governador do Estado, que na ocasião criou 11 novas reservas ambientais.

 

O primeiro dia de senado os debates já foram pertinentes. Pois o presidente Jair Bolsonaro vem declarando que os dados doINPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) são errôneos. Contudo, esse 2º período de 2019 promete um amplo debate sobre as leis ambientais do Brasil.

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