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SEGUNDO SEMESTRE: Presidente da ALE/RO diz que irá cobrar Energisa e sobe tom com o Executivo

Laerte Gomes declarou que a partir desse semestre o executivo estadual “vai ter que trabalhar”

DA REDAÇÃO - JOÃO PAULO PRUDÊNCIO

5 de Agosto de 2019 às 18:19

SEGUNDO SEMESTRE: Presidente da ALE/RO diz que irá cobrar Energisa e sobe tom com o Executivo

FOTO: (Divulgação)

Marcando o retorno das atividades legislativas no segundo semestre de 2019 em Rondônia, o presidente da ALE/RO, Laerte Gomes (PSDB), promoveu uma reunião coletiva com os principais veículos de imprensa para explanar sobre como pretende seguir com as ações da Casa de Leis até o final desse ano.

 

Energisa

 

Laerte Gomes indicou que os parlamentares rondonienses irão cobrar incisivamente a dívida bilionária que a Energisa tem com Rondônia e por esse motivo o tom de dialogo com a empresa detentora do serviço de distribuição de energia no Estado deve se elevar.

 

Estradas

 

O presidente do Legislativo disse também que anda preocupado com as estradas em Rondônia, de acordo com ele, em diligencia pelo interior no período de recesso legislativo, percebeu apenas dois pontos de obras do Governo  Estadual em  centenas de quilômetros percorridos.

 

Laerte Gomes também declarou que a partir desse semestre o executivo estadual “vai ter que trabalhar”, já que o período de ajustes comum a qualquer transição de governo já passou. Porém, ele afirmou não existir nenhuma espécie de animosidade entre os poderes, ao menos por enquanto.

 

Ataques virtuais

 

O presidente do legislativo também afirmou que a parlamento pedirá explicações ao executivo sobre o suposto crime sofrido pelo  chefe da Casa Civil, Júnior Gonçalves, que afirmou por redes sociais ter sido vítima de um ataque virtual promovido que plantou informações mentirosas nas redes sociais relacionados ao seu nome. 

 

Gonçalves se referiu a supostas conversas pessoais de seu Watssap compartilhadas na internet onde ele teria se referido de forma ofensiva à diversos deputados estaduais. Para Laerte Gomes, o chefe da Casa Civil deverá esclarecer ao parlamento esse caso que já está sendo investigado pelas autoridades policiais.

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