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SEM AULA - VÍDEO: Indignação do Vereador Da Silva do Sinttrar em relação ao transporte escolar

As crianças estão com o ano letivo completamente comprometido por causa do transporte escolar

ASSESSORIA

29 de Novembro de 2018 às 17:52

SEM AULA - VÍDEO: Indignação do Vereador Da Silva do Sinttrar em relação ao transporte escolar

FOTO: (Assessoria)

O Vereador Da Silva do Sinttrar vem acompanhando de perto toda a movimentação sobre o transporte escolar dos alunos da zona rural do Município de Porto Velho. Confira o vídeo: 

 

As crianças estão com o ano letivo completamente comprometido por causa do transporte escolar e o que vemos são somente desculpas por parte do poder executivo e nenhuma solução foi tomada até então. Na última reunião, surgiu uma proposta para prorrogação do contrato através de um apostilamento do mesmo, com a realização dessa ação, seria o tempo necessário para terminar o ano letivo dos estudantes e também para a publicação do edital da nova licitação para resolver de forma definitiva a questão. 

 

Infelizmente não conseguiram chegar a um acordo e uma parte das empresas paralisou suas atividades deixando os alunos sem aula”, disse Da Silva. “Já foram feitas várias denúncias e a maior verdade é que sempre jogam a culpa um para o outro e nada se resolve, tudo está sendo feito de forma provisória e nos termos mais populares, 'levando com a barriga', mas agora, mais que nunca deve ser dada uma solução definitiva, para que daqui para frente a forma como for resolvida sirva de exemplo para as próximas administrações e que esse problema seja de uma vez por todas exterminado”, completou o vereador.

 

Segundo o parlamentar a solução mais viável é que uma nova licitação seja publicada, com os termos reajustados para que a problemática atual seja resolvida e que os alunos não fiquem mais sem aula. Além da licitação, a Prefeitura deve se programar para dar a devida manutenção nas estradas para garantir a segurança no transporte dos alunos, e consequentemente dar melhores condições para as empresas realizarem seus serviços.

 

Nossos alunos estão sem aula, e corremos um sério risco de não haver interesse por parte das empresas de participar da concorrência, caso as exigências do certame não sejam reajustadas a realidade dos fatos”, finalizou Da Silva.

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