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Em sessão, Alan Queiroz diz que determinação se estende há seis anos

Em sessão, Alan Queiroz diz que determinação se estende há seis anos

DA REDAÇÃO

19 de Outubro de 2017 às 17:03

 Em sessão extraordinária que aprovou a nova reestruturação da prefeitura de Porto Velho (RO) na tarde desta quarta-feira, 18, o líder do governo municipal no Palácio Governador Jorge Teixeira, vereador Alan Queiroz (PSDB), usou a tribuna do Plenário das Deliberações para pedir o voto favorável dos colegas para aprovarem à nova reestruturação do Poder Executivo da capital.

Para os críticos de plantão, a decisão da nova reestruturação da prefeitura de Porto Velho não é nenhuma invenção do prefeito Hldon Chaves (PSDB) ou algum esquema para beneficiar novos cargos, o projeto aprovado na Casa de Leis municipal é uma decisão judicial que se estende desde o ano de 2012.

Após a administração do ex-prefeito Roberto Sobrinho (PT) e de Mauro Nazif (PSB) não cumprirem a Lei, Hildon Chaves assumiu a tarefa de por em prática a nova fase do Palácio Tancredo Neves.

O projeto foi aprovado por 14 votos a favor, três contras, três ausentes e uma abstenção regimental do presidente Maurício Carvalho (PSDB). Os vereadores Da Silva do SINTRAR (PSB), Luan da TV (PP) e Ada Dantas (PMN) não participando da sessão. Os vereadores Marcelo Cruz (PTB), Jair Montes (PTC) e Aleks Palitot (PTB) votaram contra.

Com a nova adequação no Executivo municipal ficam extintas DTH, DARE, DPOM e DIFE da SEMTRAN, na SEMED foi extinto o SEMESC, foi extinta à SEMPOG, sub-procuradorias da Saúde e Educação, criando a sub-procuradoria Administrativa de Convênios e Contratos.

— Além da economia de estudos apresentados que podemos chegar no valor de R$ 1 Milhão de Reais, ainda tivemos condição de enxugar uma estrutura importante como a Sempre, que trata diretamente de convênios federais — disse Alan Queiroz.

O líder do governo municipal na Casa de Leis se referiu as administrações passadas que não conseguiram por em prática projetos com recursos federais e hoje o problema é visível na capital rondoniense, obras se perdem com a ação do tempo devido a falta de administração especifica à pasta.

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