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‘PMDB de Rondônia usou dinheiro podre na campanha de 2014’, afirma Cassol no Senado

Em discurso, Ivo destacou que os eleitores precisam estar atentos e disse que o povo pode ajudar no processo de limpeza da política nacional.

DA REDAÇÃO

13 de Setembro de 2017 às 17:24

‘PMDB de Rondônia usou dinheiro podre na campanha de 2014’, afirma Cassol no Senado

FOTO: (Divulgação)

Em discurso no Senado nesta terça-feira,12, Ivo Cassol (PP-RO) destacou que os eleitores precisam estar atentos e que o povo, por meio do voto, pode ajudar no processo de limpeza da política nacional.Para ele, a sociedade brasileira não suporta mais tantos abusos cometidos. Ele falou também sobre a eleição de 2014 em Rondônia e os abusos econômicos que ocorreram.

No discurso, Cassol lembrou as denúncias envolvendo os governos dos ex-presidentes Lula, Dilma Rousseff e também do atual presidente Michel Temer. O senador qualificou como inadmissível o último episódio envolvendo o ex-ministro Geddel Vieira Lima que foi acusado de manter R$51 milhões num apartamento em Salvador. 

Na avaliação de Cassol, o dinheiro seria usado para a compra de votos nas eleições de 2018. “ É por isso que o Brasil está nesse buraco. É por causa dessa corrupção toda que estamos vivendo com tanto desemprego, com a população e a roubalheira toda, tem que prender essa gente toda”, cobrou.

O senador lembrou que em Rondônia nas eleições de 2014 também viu vários casos de abuso do poder econômico. “O que me deixou triste foi algo a que eu assisti no passado, em 2014, no meu Estado de Rondônia. Eu estava fazendo campanha para minha irmã candidata a Governadora do Estado de Rondônia, eu estava fazendo campanha para o Deputado Luiz Cláudio, para os demais colegas, para o Carlos Magno, que estava junto na disputa de Vice-Governador do Estado de Rondônia. Enquanto nós contratávamos, numa cidade igual a Ouro Preto, igual a Ji-Paraná, igual a Buritis, dez pessoas para trabalhar na campanha, no PMDB do meu Estado, só uma candidata a deputada federal tinha mais de cem contratados. Outro candidato, mais cem contratados. Já  o governo do Estado, que disputou a reeleição, mais 300 contratados. Era uma humilhação o que faziam. Muita gente fez festa. E pode ter certeza de que a maioria dessas contratações foi com dinheiro sujo, foi com dinheiro podre”, afirmou.

  

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