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Follador defende secretária de ataque da ministra do Meio Ambiente

Follador defende secretária de ataque da ministra do Meio Ambiente

DA REDAÇÃO

25 de Julho de 2011 às 16:35

Follador defende secretária de ataque da ministra do Meio Ambiente

FOTO: (Divulgação)

O deputado Adelino Follador (DEM), estranhou e lamentou profundamente a atitude intempestiva e descompensada da ministra do Meio Ambiente, Isabella Teixeira, que esta semana, ao receber em seu Gabinete em Brasília, a secretária do Desenvolvimento Ambiental de Rondônia (Sedam), Nancy Rodrigues, ainda em pé, e sem controle verbal, criticou com veemência (aos berros) o Estado de Rondônia por ter aumentado o desmatamento em seu território.
Para o deputado, a atitude descortês da ministra é um indicativo de que o Estado e suas instituições precisam manter-se vigilantes não apenas para proteger o meio ambiente, os ecossistemas, “mas do poder de quem, utopicamente, se acha técnica e politicamente, acima de quem vive e trabalha pelo desenvolvimento e preservação ambiental deste Estado”, disse.
Adelino Follador disse que é testemunha do grande esforço do governador Confúcio Moura (PMDB) e da secretária Nancy Rodrigues que têm se esmerado na formulação e condução de uma política realista e de resultado para a área ambiental. O deputado lembrou que esta é uma área que, em que pese o esforço, o resultado não pode ser medido de uma hora para outra, mesmo porque a Sedam é um órgão que está sendo estruturado, e que carece de técnicos especializados, visto que vinha atuando durante todos esses apenas de modo parcial, sem um grau de comprometimento real com sua obrigação legal.
Ao defender Nancy Rodrigues, o parlamentar disse que a ministra não conhece a realidade local, e muito menos o esforço deste Governo na defesa da preservação ambiental, que atua contra a abertura de novas áreas para a agricultura e pecuária e contra as queimadas, e que ao contrário, está trabalhando na guarda e proteção das Áreas de Proteção Permanente (APP) (reservas, matas ciliares, etc). “Certamente registramos algum desmatamento, mas nada na proporção da ministra, e o próprio agricultor rondoniense já sabe de sua obrigação, e que é preciso aproveitar, e bem, as áreas degradas para não desmatar”, disse Follador.
 

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