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Um vulcão prestes a explodir

POR VALDEMIR CALDAS

15 de Agosto de 2018 às 14:15

Desde que o vice-governador Daniel Pereira assumiu o comando do Estado de Rondônia, com a desincompatibilização do governador Confúcio Moura, para concorrer a uma das duas vagas para o Senado, e entregou as chaves da Secretaria Estadual de Educação nas mãos de uma militante do PSB, cuja passagem pela Secretaria Municipal de Educação de Porto Velho foi um desastre, que a SEDUC tornou-se um vulcão prestes a explodir a qualquer momento.

 

Na raiz do problema residiria ocupação de cargos comissionados. O clima de rasteiríssimo, de puxação de tapete, de escapamento de vinditas pessoais, alimentado por força de interesses políticos de grupos que se teriam ali instalados, ganha corpo a cada dia. Profissionais, apartidários, não estariam conseguindo desempenhar suas tarefas com a tranquilidade que a função reclama dada a contundência da tortura psicológica.

 

Bajuladores e parasitas, que nada produzem em proveito do serviço público, se não o veneno letal da discórdia e da cizânia, estariam se revezando entre si para tentarem estorvar o trabalho de pessoas sérias, criando, assim, um ambiente nocivo e desagregador, exigindo do governador muita argúcia, lucidez e determinação de propósitos, para não comprometer a atuação de um dos setores mais importantes dentro da estrutura organizacional.

 

Em sendo verdade, a queda de braços por espaços na SEDUC, motivada por interesses partidários e individuais, não somente desfiguraria a política abraçada pelo chefe do executivo, como também comprometeria o bom andamento da vida pública pela politicagem. O governador precisa organizar sua equipe, riscando do mapa o puxa-saquismo, e passar a atuar em função da realizada social existente. O governo não pode deixar-se envolver pela politicagem.

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Valdemir Caldas

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