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Dia do Comerciante

POR VALDEMIR CALDAS

16 de Julho de 2018 às 08:39

 

 (*) Valdemir Caldas

 

 

 

16 de julho é Dia do Comerciante.  A data foi instituída pela Lei nº. 2.048, de 26 de outubro de 1953, em homenagem a José Maria da Silva Lisboa, mais conhecido por Visconde de Cairu, o Patrono do Comércio Brasileiro. Trata-se de importante segmento empresarial, com forte participação na economia estadual, gerador de recursos e investimentos, que são convertidos em obras e na garantia das folhas de pagamento do funcionalismo público do Estado de Rondônia e dos municípios, mas pouco reconhecido por políticos, autoridades e dirigentes públicos.

 

Ser comerciante, no Brasil, não é tarefa fácil, a começar pela carga tributária, que é uma das maiores do mundo. No campo federal, temos o Imposto Sobre a Renda (IR), a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), o Plano de Integração Social (PIS) e a Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (COFINS). Descendo para a esfera estadual, aparece o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS); e, no âmbito municipal, o Imposto sobre Serviços (ISS). Nem precisa dizer o impacto dos tributos para o consumidor final.

 

A isso, acrescente-se outro complicador: a violência, cujos números, sobretudo na capital portovelhense, alcançaram níveis insuportáveis, obrigando a população, aturdida e indignada, não somente a reclamar a imediata ação das autoridades responsáveis pelo setor, como também a buscar mecanismos de proteção, como a instalação de câmeras de vídeo, alarmes, cercas elétricas, grandes de ferro e até a contratação de segurança armada. Nada disso, porém, têm servido para desestimular a ação dos marginais. Bastar verificar a quantidade de roubos e furtos registrada de janeiro a abril deste ano.

 

Como responsável pela garantia de milhares de empregos, estimulador do turismo, mantenedor da arrecadação, tanto estadual quanto municipal, cujos recursos poderiam ser utilizados de maneira mais eficiente na expansão e qualidade dos serviços prestados à sociedade, o comerciante precisa ser mais respeitado e valorizado pelo poder público.

 

É impressionante a capacidade empreendedora da classe dos comerciantes.  Nada parece desestimulá-la. No seu dia, há que se reconhecer a importância dessa categoria para o crescimento do nosso município. Ela merece, portanto, todo o nosso respeito e admiração.

 

 

 

 

 

 

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