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BARBÁRIE: Neto de 17 anos mata e esquarteja o corpo da própria avó

Assim que a polícia chegou na residência, achou partes do corpo da idosa e logo deu voz de prisão ao menor, que foi conduzido sorrindo para a Unisp,

ANOTICIAMAIS

17 de Março de 2020 às 22:24

BARBÁRIE: Neto de 17 anos mata e esquarteja o corpo da própria avó

FOTO: (Anoticiamais)

Um crime brutal ocorrido na noite desta terça feira (17) chocou toda cidade de Jaru (RO), uma avó foi morta e esquartejada pelo próprio neto, e partes de seu corpo foi enterrado, e escondido em cômodos da casa localizada na Rua Maranhão no setor 05.


O neto, um menor de 17 anos, foi apreendido acusado de cometer o crime.

 

Segundo informações, a idosa Maria Aparecida Nogueira, que era extremamente religiosa, não compareceu a igreja como de costume, foi quando membros da igreja decidiram ir até a residência da mesma, e não a localizaram, então ligaram para o filho da vítima que foi até o local e ao chamar pela mãe que não atendeu, desconfiou que algo havia acontecido e de imediato acionou a polícia.

 

Assim que a polícia chegou na residência, achou partes do corpo da idosa e logo deu voz de prisão ao menor, que foi conduzido sorrindo para a Unisp, perguntado sobre a ferramenta utilizada ele em tom de sarcasmo respondeu que não iria produzir provas contra ele, e que a polícia nunca iria encontrar.

 

Vizinhos contaram que o acusado pediu uma carriola emprestada por volta das 2:00h da manhã desta terça feira, o que reforça a hipótese de que o crime tenha sido cometido no referido período. A polícia levou horas para encontrar todas as partes do corpo da idosa.

 

De acordo com a polícia, as pernas da vítima estavam acondicionadas debaixo do tanque, o tronco enrolado em um lençol num cômodo fora da casa, e a cabeça e o restante dos membros estavam enterrados no quintal nos fundos da residência.

 

Maria Aparecida era professora aposentada e já trabalhou na Escola Dayse Mara.

*Aos leitores, ler com atenção*

Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove o contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.

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