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VÍDEO: Policiais Militares realizam parto dentro de voadeira no meio do Rio Madeira

A mulher grávida não pode usar a ambulancha do distrito de Calama, que é de responsabilidade da Prefeitura de Porto Velho, por problemas técnicos e falta de combustível

RONDONIAOVIVO

4 de Outubro de 2019 às 09:39

VÍDEO: Policiais Militares realizam parto dentro de voadeira no meio do Rio Madeira

FOTO: (Divulgação)

Uma equipe da Polícia Militar do distrito de Calama, em Porto Velho, realizou, na noite da última quinta-feira (03), um parto dentro de uma voadeira. O sargento Paiva, cabo Fabiano e soldado Ernani, que atuam na localidade, estavam fazendo o transporte da mãe grávida que sentia as primeiras dores quando, em pleno Rio Madeira, aconteceu o nascimento.  

 

Os policiais militares contaram que a previsão era de que a criança nasceria em duas semanas, no entanto, aconteceu na noite de ontem. Segundo eles, o parto teve que ocorrer dentro de uma lancha comum, já que a ambulancha que atende ao distrito, que é de responsabilidade da Prefeitura de Porto velho, estava sem combustível e com problemas técnicos.

 

A mãe nos procurou informando da situação e pedindo apoio. Nós, então, pegamos ela e a avó, colocamos na voadeira e nos deslocamos por volta de 23:45. O rio Madeira está muito seco, agressivo e estava ventando muito, com banzeiros. Inclusive, no meio da viagem batemos em um banco de areia e se não fosse o talento do sargento Paiva para conseguir desencalhar, íamos ficar no meio do rio. O bebê resolveu nascer a meia-noite e meia”, relataram.

 

Mas apesar de todos os problemas que estavam enfrentando, ao chegarem em Humaitá, as coisas também não foram fáceis. “Depois de três horas de viagem, chegamos lá. Mas foi outra dureza, pois é um barranco gigante para subir. Tivemos apoio de ambulância e, graça a Deus, deu tudo certo”, finalizaram.

 

Veja o vídeo:

 

*Aos leitores, ler com atenção*

Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove o contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.

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