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CONFUSÃO: PM é acionada após discussão entre vereadora e enfermeira

A discussão entre as duas chamou a atenção dos que estavam no local

RONDONIAOVIVO

11 de Julho de 2019 às 11:56

Na manhã desta quinta-feira (11) um princípio de tumulto foi registrado na Policlínica Ana Adelaide entre uma enfermeira que trabalha no local e a vereadora Cristiane Lopes (PTB), que acompanhava um familiar que buscava atendimento na unidade de saúde. A Polícia Militar foi acionada.

 

O repórter William Ferreira “Homem do Tempo” foi até o local, e registrou a condição a qual os pacientes estão sendo expostos na policlínica e conversou com as partes envolvidas na confusão.

 

De acordo com a enfermeira Geane, a confusão começou após ela ter saído da sala de atendimento para ir ao banheiro, no momento em que retornou foi interpelada pela vereadora, que passou a indagar o que ela estava fazendo fora do local enquanto havia pacientes chorando de dor há mais de uma hora sem conseguir atendimento.

 

Eu fui ao banheiro como toda pessoa normal e retornei ao trabalho. Ela (vereadora) insistiu em ficar na sala e começou a instigar os pacientes contra os servidores da unidade. Eu pedi para ela parar com isso. Não sabia que ela era vereadora e muito menos repórter”, afirmou a enfermeira.

 

Segundo a vereadora Cristiane Lopes, ela chegou ao local acompanhando um paciente, sem se identificar e com a ficha de atendimento comum. No momento em que estava aguardando o médico ela passou a ouvir a reclamação das pessoas que estavam no local.

 

Eu não cheguei aqui me identificando. Cheguei como acompanhante, agora essa servidora querer me afrontar; ela me tratou com ignorância; pedindo para eu me retirar. Eu perguntei onde ela estava e ela me disse que estava fazendo c.... Se ela faz isso comigo, imagina com uma pessoa mais humilde?! Se o prefeito está fazendo errado ele vai pagar por isso, mas os servidores tem que tratar os cidadãos com dignidade”, afirmou Cristiane Lopes.

 

Após a confusão os pacientes que estavam aguardando serem atendidos pelo médico continuaram na fila de espera, em alguns casos, chorando de dor há mais de uma hora.

*Aos leitores, ler com atenção*

Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove o contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.

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