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CASO JOSELITA: "Levava café na cama pra ela, não sou um monstro", diz assassino

Confira a entrevista na íntegra

RONDONIAOVIVO

22 de Março de 2019 às 12:29

Após prestar novamente depoimento, desta vez nesta manhã de sexta-feira (22) na Delegacia Especializada em Crimes Contra a Vida (DECCV), Ueliton Aparecido S., 35, assassino confesso da professora Joselita Félix da Silva, 47, conversou com a imprensa, de Porto Velho (RO) e declarou que era um marido amoroso com esposa e que não é um monstro.

 

A professora Joselita foi morta a pauladas na manhã do último domingo (17) em uma residência localizada no município de Candeias do Jamari, distante 20 quilômetros da capital.

 

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O pai da professora,  Francisco Félix da Silva, 74, também foi agredido a pauladas e está internado no hospital João Paulo II em estado de saúde estável.  
 

Para a imprensa, Ueliton acompanhado de quatro advogados contou que era muito romântico com a esposa, ao ponto de levar até café da manhã na cama para ela. "Eu não sou um monstro como estão falando por aí",  disse ele".

 

Ainda durante a entrevista, o homem se emociona, diz que está muito arrependido e que não consegue lembrar de nada do que ocorreu no dia do crime. 

 

"Eu levei um tiro na cabeça há algum tempo atrás e preciso tomar remédios controlados até hoje, na hora certa vou apresentar o laudo médico", finaliza Ueliton.

 

*Aos leitores, ler com atenção*

Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove o contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.

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