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TIRO: Agente penitenciário tenta matar motorista de aplicativo após briga

Um jovem de 18 anos teria escutado o agente penitenciário dizer que ia agredir a mulher, caso ela não ficasse quieta

RONDONIAOVIVO

4 de Fevereiro de 2019 às 08:06

TIRO: Agente penitenciário tenta matar motorista de aplicativo após briga

FOTO: (Ilustrativa)

Uma festa de aniversário acabou em tentativa de homicídio por volta das 23h15 da noite de domingo (03) em uma residência na Rua Ouro Preto, bairro Aponiã, em Porto Velho. Um agente penitenciário identificado apenas como Gonçalves é suspeito de atirar no motorista de aplicativo Cleliton Rafael Frazão Freitas, 34.

 

De acordo com informações da polícia, no local estava sendo comemorado o aniversário da mulher do agente penitenciário e, em dado momento um casal que participava da festa começou a brigar. A mulher teria corrido para tentar danificar o carro do marido e o agente penitenciário interveio indo para cima de tal mulher com o intuito de impedir. 

 

O jovem de 18 anos teria escutado o agente penitenciário dizer que ia agredir a mulher, caso ela não ficasse quieta. Como a mulher é prima do jovem, ele foi tomar satisfação com o agente e acabou recebido com um forte tapa no rosto. 

 

Neste momento, o jovem telefonou para o pai, Cleliton, e a vítima foi para o local junto com a esposa em um carro Fiat Argo. Com raiva, o homem logo abordou o agente penitenciário para questioná-lo sobre a agressão ao filho e houve intensa discussão.

 

Foi quando Cleliton entrou em seu carro junto com o filho e o agente penitenciário sacou uma pistola. A vítima ainda acelerou o veículo para tentar escapar do tiro, mas foi atingida no abdômen e bateu o carro no muro de uma casa. Mesmo ferido, Cleliton ainda dirigiu o automóvel até uma base da PM no bairro e de lá foi socorrido ao hospital João Paulo II por um policial militar de plantão. 

 

No momento do crime, o agente penitenciário ainda agrediu com uma coronhada na cabeça a mulher de Cleliton que tentou segurar na arma para ele não efetuar mais disparos no marido dela. A Polícia Militar foi acionada, mas não conseguiu localizar e prender o agente penitenciário.

*Aos leitores, ler com atenção*

Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove o contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.

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