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OXI - Traficante é preso em flagrante comercializando droga em residência

OXI - Traficante é preso em flagrante comercializando droga em residência

DA REDAÇÃO

24 de Julho de 2013 às 11:51

OXI - Traficante é preso em flagrante comercializando droga em residência

FOTO: (Divulgação)

Na noite de terça-feira (23), depois das 23h, a polícia prendeu Danilo Ortiz Pereira, 20 anos, que comercializava entorpecente em uma casa localizada na Rua Beco Gravatal, Bairro São Sebastião II, setor Norte da Capital.

De acordo com registro do Boletim de Ocorrência nº 5697/2013, os policiais foram acionados através de uma denúncia anônima para uma situação de tráfico de drogas em uma residência. Ao chegar no endereço fornecido, os policiais ficaram de campana (vigiando) a movimentação.

Na vigilância foi observado que muitos viciados iam até o local batiam na porta e conversavam brevemente com Danilo, que fornecia o entorpecente. Em uma dessas vendas os policiais tentaram se aproximar para dar o flagrante, mas o comprador ao avistar a presença da guarnição policial saiu correndo desesperado, pulando várias cercas e não sendo possível captura-lo.

Porém, os policiais conseguiram pegar Danilo, que é conhecido na região pelo apelido de “Galinha”. Dentro da residência havia um forte cheiro de entorpecente e os agentes acabaram encontrando  em cima do guarda-roupa cerca de 500 gramas da droga, aparentando ser “oxi”. As pedras estavam guardadas dentro de um saco plástico junto com materiais – sacos, prato, facas e colher - utilizado para fabricação e endolamento da droga.

Perguntado sobre a origem do entorpecente, ele disse que vendia cada invólucro da droga por R$ 10,00 (dez reais) e a teria adquirido no Bairro Tucumanzal na tarde de ontem, por volta das 16h, de um homem que ele não soube informar o nome.

Diante do flagrante foi dada voz de prisão a “Galinha” e depois conduzido à Central de Flagrantes para providências cabíveis.

*Aos leitores, ler com atenção*

Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove o contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.

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