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Proprietário de empresa que trabalhava armado com pistola é preso quando tentava atirar em Haitianos

O encarregado do escritório responsável pelo pagamento dos funcionários, Wiliam Gonçalves (25), foi preso após efetuar vários disparos de pistola 380, contra um casal de haitianos, que revindicavam pagamento de salário no departamento.

DA REDAÇÃO

11 de Outubro de 2012 às 12:46

Proprietário de empresa que trabalhava armado com pistola é preso quando tentava atirar em Haitianos

FOTO: (Divulgação)

O caso aconteceu na tarde de quarta-feira (11) no escritório de uma empresa de condomínio de altíssimo luxo que fica localizado no canteiro de obras da empresa no km 8 da BR 364, sentido Cuiabá.
De acordo com informações colhidas na ocorrência policial de nº 8033/2012, o proprietário de uma empreiteira sub contratada, Wiliam Gonçalves (25), foi preso após sacar uma arma e vários disparos de pistola 380.
Segundo testemunhas um casal de Haitianos participava de uma reunião com diversos prejudicados por falta de pagamento, sendo que a mulher, identificada como Madeline (32), natural de Porto Príncipe, no Haiti, se mostrou muito exaltada e logo entrou em discussão com o funcionário.
Enfurecido, William sacou da pistola e tentou atirar na mulher, que segurou as mãos do homem e logo a arma disparou atingindo Humberto Aparecido (28) no pescoço, também funcionário do local, que estava entrando no escritório. Ainda durante a briga, o encarregado tentou atirar contra a mulher e acabou se autolesionando na virilha. O haitiano Mathurin conseguiu tomar a arma do agressor.
 Uma equipe policial foi acionada e ao localizar o atirador, o levou para um pronto atendimento médico particular e em seguida o conduziu até a Central de Policia para registro de ocorrência. Na delegacia foi constatado que a arma não tinha documento e nem o portador possuía porte para manuseá-la. O caso foi registrado como disparo de arma de fogo em local público.
*Aos leitores, ler com atenção*

Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove o contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.

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