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Ex-Senador rondoniense é acusado de lesão corporal

Ex-Senador rondoniense é acusado de lesão corporal

DA REDAÇÃO

28 de Julho de 2012 às 09:06

Ex-Senador rondoniense é acusado de lesão corporal

FOTO: (Divulgação)

No início da tarde desta sexta-feira, 27, a Polícia Militar do Distrito de Guaporé foi acionada pelo ex-senador Francisco Luiz Sartori, 71 anos, (Chico Sartori) a comparecer na Fazenda Santa Rosa, que fica localizada no quilômetro 72 da BR-364, onde segundo informações o mesmo estava sob risco de morte.
Segundo o ex-senador, ele teria ido até sua fazenda entregar a carteira de trabalho de seu funcionário Ciro Ferreira dos Santos, 48 anos, porém no momento em que deixava a propriedade, Ciro e sua esposa Rosane Sérgio de Melo, 31anos, teriam cercado o carro de Chico Sartori e obrigado a levar o casal e os filhos para o Distrito de São Lourenço, Sartori alega que o casal havia ingerido bebidas alcoólicas.
Já Ciro, afirma que não tinha ingerido bebidas alcoólicas, e que estava tentando conversar com o ex-senador sobre assuntos trabalhista. Em entrevista, Ciro disse que trabalhou na fazenda por 45 dias, e não recebeu o seu pagamento como foi combinado.
E no momento em que Chico Sartori entrou no carro sua esposa foi tentar conversar com ele, porém o mesmo arrancou com o carro e passou sobre o pé esquerdo de Rosane provocando uma lesão.
O ex-senador também está sendo acusado por Ciro de maus-tratos a um idoso identificado como Antônio Pinto dos Santos, que o mesmo trabalha para Francisco há 15 anos, e no momento não recebe salário algum.
Ainda segundo Ciro, o idoso mora em condições subumanas, abandonado em um barraco no meio do mato, bebendo água de uma bomba de veneno antiga, cozinhado em uma fogão de trempe rente ao chão e dormindo praticamente ao relento, conforme fotos passadas a reportagem.
O ex-senador e seus funcionários foram conduzidos para Delegacia de Polícia Civil de Vilhena onde foram apresentados para medidas cabíveis.
*Aos leitores, ler com atenção*

Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove o contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.

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