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Homem tenta estuprar sobrinha de 10 anos e vai pular carnaval em desfile de bloco na capital

Homem tenta estuprar sobrinha de 10 anos e vai pular carnaval em desfile de bloco na capital

DA REDAÇÃO

5 de Março de 2011 às 10:30

Homem tenta estuprar sobrinha de 10 anos e vai pular carnaval em desfile de bloco na capital

FOTO: (Divulgação)

A tentativa de estupro aconteceu por volta das 20h de sexta-feira (03) em uma residência no bairro São João Bosco, região Centro-Norte da capital. Conforme relatos registrados no Boletim de Ocorrência n° 1955/2011, o conduzido, Marcio M. (32) foi preso acusado de tentar estuprar a própria sobrinha de 10 anos, no momento em que a mãe da menor, irmã do acusado, tinha saído de casa para levar o filho que estava passando mal em um pronto atendimento.

A menor disse que o tio logo ao perceber que estava sozinho com ela, arrastou-a para dentro do quarto e tentou arrancar as suas roupas. Em seguida passou a beijá-la nas pernas e ainda por diversas vezes tentou beijar a boca. A menina disse que o estupro só não foi consumado porque ela conseguiu escapar do tio e saiu correndo para o quintal da casa onde pegou uma enxada e disse: “Se você vir eu taco em você”. Diante disto o homem fugiu dizendo para ela não contar nada a ninguém se não ele a mataria junto com a família.

Uma guarnição da policia foi acionada e pegou a menina e a irmã dela de 14 anos. Logo Márcio ligou para a irmã da vítima dizendo que tava tudo tranqüilo em casa e que ele estava indo pular carnaval no centro.

A guarnição se deslocou até o ponto onde estava tendo desfile de bloco e com a ajuda das menores localizou o maníaco que tentou agredir os PMs, mas foi preso.

Na delegacia, ainda enfurecido, o homem tentou quebrar tudo que via pela frente. A mãe das meninas chegou ao local e deixou claro que o irmão é usuário de drogas e está em liberdade condicional.

O mesmo foi levado para a carceragem onde está preso aguardado transferência para o presídio.

*Aos leitores, ler com atenção*

Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove o contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.

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