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Irmão de "Birrinha" é executado a tiros no bairro Agenor de Carvalho

Irmão de "Birrinha" é executado a tiros no bairro Agenor de Carvalho

DA REDAÇÃO

6 de Março de 2008 às 09:36

Irmão de "Birrinha" é executado a tiros no bairro Agenor de Carvalho

FOTO: (Divulgação)

Edmilson Paula de Souza, também conhecido pelo apelido de “Caroço”, irmão do perigoso bandido Ednildo Paula de Souza, o “Birrinha”, tido como “Rei do Urso Branco”, foi executado a tiros na noite desta segunda-feira, no bairro Agenor de Carvalho, zona Leste de Porto Velho. Os assassinos seriam dois homens que fugiram em uma motocicleta. *Segundo informações de policiais lotados na Unidade Integrada de Segurança Pública (Unisp), que funciona no prédio do 5º DP, naquela região, por volta das 21 horas, “Caroço” se encontrava em uma borracharia situada na esquina das Ruas Cinco e Raimundo Cantuária, quando foi surpreendido pelos ocupantes da moto, os quais, sem dar qualquer chance de defesa, já foram disparando contra a vítima, depois fugiram. *Alvejado com dois tiros no peito e um no coxa, “Caroço” ainda foi socorrido ao Hospital João Paulo II, mas não resistiu aos ferimentos e morreu por volta de zero hora, conforme comunicação de morte (ocorrência 024/2007) registrada por Edvaldo Paula de Souza, seu irmão, na Delegacia Especializada em Crimes Contra a Vida (Homicídios). *Segundo informações colhidas pela Polícia Militar, a moto utilizada pelos assassinos estava sem placa e ninguém soube dizer a cor ou modelo. *Sentenciado a quase cem anos de cadeia pela prática de roubo e outros crime, “Birrinha” se encontra recolhido atualmente na penitenciária federal de segurança máxima em Catanduvas, no Paraná, para onde foi transferido juntamente com outros 20 apenados em novembro de 2006. * VEJA TAMBÉM: * "Zé Fio" acerta pedrada em Policial depois de roubar uma bicicleta * Marido traído liga dos EUA para a PM de Cujubim e diz que encomendou morte da esposa
*Aos leitores, ler com atenção*

Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove o contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.

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