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Roraima - Traficantes usam venenos em cocaína

Roraima - Traficantes usam venenos em cocaína

DA REDAÇÃO

4 de Março de 2008 às 08:18

Roraima - Traficantes usam venenos em cocaína

FOTO: (Divulgação)

A prisão de uma quadrilha de traficantes feita pela Polícia Militar, durante operação realizada no final de semana, no bairro Caetano Filho, o Beiral, ajudou a mostrar uma perigosa realidade: a utilização de veneno para “turbinar” a droga. Com a apreensão da droga, os policiais descobriram que traficantes vendiam cocaína misturada com venenos. Três pessoas foram presas na operação. Pedro de Souza Franco, Luis Elias Eduardo e Florence Almeida dos Santos foram flagranteados por tráfico de drogas e encaminhados para a Penitenciária Agrícola de Monte Cristo (P.A.). Os suspeitos confirmaram que adquiriam o entorpecente por R$ 300,00 de alguns traficantes venezuelanos. A Polícia Civil investiga a conexão com o narcotráfico na fronteira. Os policiais se assustaram ao encontrar escondidos na residência dos acusados vários frascos de veneno para rato, veneno para formiga, além de giz, soro hidratado e um cachimbo, que serviriam para transformar a cocaína em pasta que seria revendida aos usuários. Os efeitos dessa mistura se assemelham com os da cocaína e sua capacidade de causar dependência física e psicológica é muito grande. Com o uso crônico surgem efeitos como a queda dos dentes, depressão, fibrose, alucinações, dificuldade de respiração, coma e óbito. Seu efeito começa muito rápido devido à forma de administração e a capacidade do pulmão de absorver a droga. Os peritos criminais que participaram da operação e preferiram não ser identificados não souberam informar se a quantidade de veneno de rato misturada na droga poderia matar uma pessoa, mas, segundo o delegado Alexander Lopes, titular do 1º DP, o veneno geralmente é colocado para “potencializar o efeito e aumentar a quantidade da droga”.
*Aos leitores, ler com atenção*

Este site acompanha casos policiais. Todos os conduzidos são tratados como suspeitos e é presumida sua inocência até que se prove o contrário. Recomenda-se ao leitor critério ao analisar as reportagens.

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